sábado, 4 de agosto de 2007

Cesar Vaia (ex Maia) deixa hospitais em estado de calamidade. DE NOVO!
Passados 2 anos o pesadelo da calamidade está de volta. Em 2005, os Hospitais do Rio de Janeiro sob Administração do Prefeito Cesar Vaia (ex-Cesar Maia), estavam sofrendo interdição e fechando parcialmente por ficarem em estado de calamidade, em consequência de ter nomeado um BANQUEIRO como Secretário de Saúde.
Governo teve que intervir

Foi preciso o Governo Federal intervir, reassumindo a administração do Hospitais Federais que estavam sendo municipalizados. Foi montada até uma operação de guerra com tendas montadas pelas Forças Armadas para prestar atendimentos ambulatorial e suprir o déficit de atendimento. Esses hospitais sob administração federal foram recuperados e melhoram muito seus serviços à população.Para infortúnio do carioca, Cesar Vaia conseguiu na Justiça retomar a administração de 2 hospitais que sempre foram municipais: O Hosp. Souza Aguiar e o Hosp. Miguel Couto.Passados 2 anos o pesadelo da calamidade está de volta. O Hosp Souza Aguiar entrou em crise tão grande que levou 45 chefes de serviço a entregar os cargos na terça-feira. O Hosp. Miguel Couto está sem instalações adequadas até para médicos lavarem as mãos, aumentando muito o risco de infecções.O presidente da Comissão de Saúde da Câmara, Vereador Dr. Carlos Eduardo (PSB), e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa (Alerj), deputado Alessandro Molon (PT), fizeram ontem uma vistoria na unidade e confirmaram problemas denunciados:"Fiscalizei a Emergência, as enfermarias, a sala de ressuscitação e posso garantir que o hospital está completamente abandonado e sem comando. Faltam médicos e enfermeiros. Na verdade, existem dois hospitais em um só: um deles é novo, bonito, reformado e tem até piso de granito. Mas não tem médicos ou estrutura básica. Já o outro está horrível e necessita de profissionais e equipamentos", ressaltou Dr. Carlos Eduardo.

César Vaia, (ex Maia) Mente
Dr. Carlos Eduardo lembrou que a verba da Secretaria de Saúde para este ano é de R$ 1,8 bilhão, e considerou inadmissível que o hospital esteja em precária situação. A comissão de saúde vai encaminhar ao Ministério Público Estadual um relatório com fotos e vídeos com o resultado da vistoria.

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