quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Governo Lula: 80% Apoia

BRASÍLIA - Os índices em relação à satisfação com o governo Lula se mantiveram estáveis, de acordo com os dados da pesquisa CNI/Ibope divulgada na tarde desta quinta-feira. Segundo o estudo, 48% dos entrevistados consideraram o governo “bom e ótimo”, um decréscimo de dois pontos porcentuais em relação ao levantamento realizado em junho. A diferença está dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais e para menos.
Dos pesquisados, 32% avaliou o governo como “regular”, uma queda de um ponto porcentual em relação a junho. Na avaliação negativa, considerando “ruim e péssimo”, o índice variou de 16%, em junho, para 18% em setembro. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 18 de setembro e entrevistou 2.002 pessoas.
A aprovação sobre a maneira como o presidente está governando caiu de 66%, em junho, para 63%, em setembro. Conseqüentemente, a desaprovação subiu de 30% para 33% no período. A nota média também sofreu uma variação mínima de um ponto porcentual, caindo de 6,7%, em junho, para 6,7%, em setembro.
A pesquisa também trabalha com um indicador de confiança no presidente. É um dado mais pessoal em relação a Lula. O índice dos que confiam passou de 61% para 60%, este mês, enquanto os que não confiam subiram de 35%, em junho, para 37%, em setembro.
Expectativas para 2007
A pesquisa CNI/Ibope apontou, ainda, as variações sobre as expectativas em relação à vida pessoal, inflação, desemprego e renda.
Para 8% dos entrevistados, até o momento, o ano de 2007 foi considerado muito bom. Este índice variou dois pontos porcentuais em relação a junho. O ano foi considerado “bom” para 68% dos entrevistados, contra 70% em junho; “ruim” para 18% ante 17% em junho; e “muito ruim” para 5%, em setembro, contra 7% em junho. Todos os indicadores estão dentro da margem de erro.
De acordo com os dados da pesquisa CNI/Ibope, a maior preocupação da população, no momento, é o aumento da inflação. Em relação à expectativa para os próximos seis meses, dos 2.002 entrevistados, 52% acreditam que a inflação vai aumentar. Este índice sofreu um acréscimo de 12 pontos porcentuais, em relação ao mês de junho. Os que acreditam que a inflação vai diminuir ficaram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, registrando uma queda de 16%, em junho, para 15%, em setembro. O porcentual dos que acreditam que o índice inflacionário não vai mudar também sofreu uma variação significativa, passando de 38%, em junho, para 28%, em setembro. Em relação ao desemprego, 48% responderam que deve aumentar, o que representa uma queda de quatro pontos porcentuais em relação à última pesquisa; 26% acreditam que o desemprego vai diminuir. Os que não acreditam que os índices de desemprego vão mudar variaram acima da margem de erro: passando de 24%, em junho, para 19% em setembro.
A renda geral da população vai aumentar nos próximos seis meses para 28% dos entrevistados. A expectativa pessimista era de 31%, em junho, refletindo, conseqüentemente, no porcentual dos que acreditam que vai diminuir: saindo de 21% em junho, para 26% em setembro. Dos entrevistados, 38% acreditam, ainda, que a renda não vá mudar, sete pontos porcentuais mais baixo do que em junho.
Pela pesquisa, em relação à renda pessoal, o índice de junho e setembro não mudou, sendo apontado por 38% dos entrevistados. No entanto, 16% acreditam que a renda pessoal vai diminuir, contra 12% em junho. Já o índice dos que nãoa creditam que vai mudar cai de 46%, em junho, para 42% em setembro.

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