quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Qualificando o serviço público


“Passada a disputa acerca da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), governo e oposição se preparam para discutir o tamanho do Estado. Em recentes eventos públicos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que não abre mão de contratar mais servidores. Na tentativa de rebater as críticas de que inchará a máquina pública, argumentou que só assim aumentará a qualidade do serviço público. Já a oposição tentará impedir a contratação de mais funcionários pelos três Poderes.


A proposta do Orçamento enviada pelo governo ao Congresso define em até 56.348 as contratações a serem feitas no ano que vem pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público da União. Se todos esses cargos forem preenchidos, as despesas no exercício somarão R$ 1,89 bilhão. O Executivo pretende contratar, no máximo, 40.032 pessoas. Os limites para Justiça e Congresso serão de 12.604 e 1.417, respectivamente. Já o Ministério Público poderá admitir até 2.295 funcionários, caso deputados e senadores não alterem o texto original do Projeto de Lei Orçamentária em tramitação.


- O discurso de que o Estado não pode contratar é o discurso daqueles que querem que o Estado seja inoperante - argumentou Lula no fim de outubro. - Se não for assim, o Estado sempre será manchete dos jornais por maus serviços prestados à população. Ou nós fazemos isso ou este país não vai para frente.”
Fernando Exman, Jornal do Brasil
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