quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Presidente Lula ARROCHA os BANCOS para resgatar o dinheiro da CPMF para saúde

O Presidente Lula começa a mexer nos interesses dos banqueiros. Vamos ver agora de que lado está a Tucanalha-DEMoníaca.

O estragão que os demo-tucanos queriam fazer no governo Lula (e nos interesses do povo brasileiro), começa a não dar certo já no 2º dia do ano. Para recuperar a verba perdida para saúde com o fim da CPMF, o governo aumentou a CSSL (contribuição Social sobre Lucros) dos Bancos. A alíquota subiu de 9% para 15%. Esse aumento de imposto sobre o gigantesco lucro dos bancos depende de medida provisória, a ser aprovado por maioria simples no Congresso, e entrará em vigor após 90 dias, conforma manda a legislação. Fica a pergunta: Qual será o comportamento dos demo-tucanos no Congresso? Irão fazer o discurso da diminuição de impostos como ADVOGADOS dos BANQUEIROS? Irão votar em defesa dos "coitadinhos" dos BANQUEIROS, como votaram em defesa dos sonegadores? Outra medida é o aumento da alíquota do IOF no mesmo percentual da CPMF. O que significa que na prática, continua tudo na mesma, porque é como se as operações de crédito onde incide o IOF continuasse incidindo a CPMF. Esse aumento do IOF independe da aprovação do Congresso, e entra em vigor imediatamente. Se a imprensa falar que isso significa aumento da carga tributária está MENTINDO. Com essas duas medidas o governo prevê recuperar R$ 10 milhões das perdas da CPMF. Os ministros Paulo Bernardo e Guido Mantega informaram que R$ 20 bilhões serão cortados do Orçamento Geral da União. Eles garantiram que os recursos destinados para investimentos do PAC, e para a área social, que inclui, por exemplo, o pagamento do Bolsa Família, não serão cortados. Os cortes devem ser detalhados em fevereiro, para quando está prevista a votação do orçamento de 2008 no Congresso. E os poderes legislativos e judiciários deverão sofrer cortes também. O Pálacio do TRE do Min. Marco Aurélio de Mello, por ser um supérfluo de mais de R$ 300 milhões, deve ser uma das obras cortadas. Nós sabíamos que com Lula no governo a corda não iria arrebentar do lado mais fraco. A conta foi apresentada aos BANCOS, como previmos. Ainda falta acabar com a farra do sistema "S" que vai para o Paulo Skaf da FIESP. Aguardemos.

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