domingo, 1 de junho de 2008

UMA TEORIA QUE CORRE EM WASHINGTON FEITO RASTILHO DE PÓLVORA

Março de 2001. TRISTE HISTÓRICO DA ERA FHC I: Explosão na P-36 foi causada por erros de manutenção e projeto, diz ANP.

Março de 2001. TRISTE HISTÓRICO DA ERA FHC II: A P-36 afunda na bacia de Campos, após fracasso em tentar salvá-la; nove corpos ficaram presos nela.
Fonte:
http://alexeievitchromanov.zip.net/ O mapa acima elenca as bacias sedimentares brasileiras. Desde que a Petrobrás descobriu a província petrolífera do pré-sal, várias teorias vem sendo tecidas sobre as reais dimensões das jazidas brasileiras de petróleo. Uma que chama a atenção pelo ineditismo e pelas gigantescas implicações geopolíticas e econômicas no tabuleiro energético mundial é uma que corre nos bastidores e de boca em boca dos Velociraptors do Pentágono: as reservas brasileiras das bacias sedimentares off-shores, de Barreirinhas (Maranhão) até Pelotas (Rio Grande do Sul) conteriam reservatórios grandes de hidrocarbonetos, acima da camada de sal. Mas que seriam, tais reservas, apenas a pontinha de um enorme iceberg de petróleo, que teria vazado da imensa camada de sal. E que sob a capa de sal, jazeria uma única e gigantesca jazida de petróleo leve, que a despeito da impossibilidade de uma avaliação quantitativa, estaria deixando os Falcões da era Bush com as penas eriçadas, pois poderia conter centenas de bilhões de barris, algo como a metade das reservas mundiais provadas! Teoria alucinante e sem propósito? Pode ser. Pelo sim, pelo não, prefiro acreditar que o governo brasileiro vá investir pesadamente na reconstrução do poder operacional e dissuasório das Forças Armadas brasileiras. Nunca se sabe o dia de amanhã. Roberto Ilia Fernandes *Fonte cartográfica: http://www.scielo.br/

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