quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Vergonha. Efraim do DEM da Paraiba é citado em grampo da PF

De novo: Efraim citado em grampo da PF sobre 'máfia das licitações' no Senado 



O senador Efrain Morais continua dando espetáculo no noticiário da grande imprensa, que vem fazendo uma marcação cerrada no parlamentar paraibano. Morais tem um longo histórico de "peraltices" que o caracterizam como um político de métodos que não se preocupam muiito com a lisura. Dessa vez ele é manchete no Correio Braziliense, que abre generoso espaço na sua página principal para registrar as espertezas do senador paraibano, que estaria envolvido com suposta máfia para fraudar licitações.
Matéria principal de capa do Correio Braziliense, principal diário de Brasília (DF), em sua edição desta quarta-feira (6), informa sobre a participação de altos integrantes do Senado Federal em suposta máfia que promovia fraudes em licitações. Os servidores flagrados em conversas telefônicas pela Polícia Federal, e, denunciados pelo Ministério Público, são Aloysio Brito Vieira e Dimitrios Hadjinicolaou, lotados na Secretaria de Compras e Administração em 2006. As gravações mencionam, ainda, o senador Efraim Morais, Primeiro Secretário do Senado, e o diretor geral, Agaciel Maia. Na seqüência, na íntegra, a matéria de capa do Correio Braziliense. Máfia recebe ajuda de servidores no Senado As fraudes em licitações no Senado, denunciadas pelo Ministério Público, contam com a participação de servidores da Casa, segundo gravações telefônicas feitas pela PF. Os diálogos revelam que as empresas Conservo, Ipanema e Brasília Informática faziam acertos para eliminar concorrentes e vencer contratos de fornecimento de mão-de-obra especializada. A investigação aponta o envolvimento de altos integrantes do Legislativo no esquema. Aloysio Brito Vieira e Dimitrios Hadjinicolaou, lotados na Secretaria de Compras e Administração em 2006, são acusados de repassar informações privilegiadas às empresas terceirizadas. Trechos das gravações também mencionam o diretor-geral, Agaciel Maia, e o primeiro-secretário, senador Efraim Morais (DEM-PB). A matéria completa Na matéria veiculada nas páginas internas do Correio Braziliense, os jornalistas Leandro Colon e Marcelo Rocha revelam como empresas terceirizadas fechavam acordo com a cúpula da Casa para ganhar licitações. Tudo consta em processo movido pelo Ministério Público. Na íntegra, a matéria das páginas internas do Correio Braziliense, a seguir. "Tema do dia - Operação mão-de-obra O caminho da fraude no Senado Empresas terceirizadas fechavam acordo com a cúpula da Casa para ganhar licitações, segundo o MP Leandro Colon e Marcelo Rocha - Da equipe do Correio “Vamos beber vinho”. Com esse código, empresários negociaram um esquema de fraudes em licitações milionárias no Senado que contou com informações privilegiadas repassadas por funcionários da Casa. Gravações telefônicas feitas pela Polícia Federal com autorização da Justiça revelam como a Conservo, a Ipanema e a Brasília Informática tramaram juntas as jogadas para excluir concorrentes e vencer as licitações para fornecer mão-de-obra terceirizada. Com a ajuda de servidores do Senado, as empresas descobriam quem estava interessado em determinada concorrência, faziam acordos por fora com compensações financeiras, e decidiam com antecedência o resultado da licitação. Os diálogos, muitos com o uso de códigos, demonstram intimidade entre os empresários e os funcionários da Casa. Em 11 de abril de 2006, Aloysio Brito Vieira, então secretário de Compras do Senado, recebeu uma ligação de Victor João Cúgola, dono da Conservo. O servidor do Senado chama o empresário de “irmãozinho” nessa conversa. Segundo o MP, Cúgola telefonou para reclamar que o Senado estaria dificultando a vida da Conservo. “Puxaram meu tapete”, disse. No dia 5 de maio daquele ano, o Diário Oficial da União publicou a vitória da empresa na licitação para condução e manutenção de veículos do Senado por R$ 456 mil por mês. Em 2 de julho passado, o Correio revelou que esse contrato deveria terminar em 1º de junho deste ano, mas foi prorrogado sem licitação até 31 de maio de 2009. No diálogo, Aloysio Vieira, que hoje cuida da Secretaria de Fiscalização e Controle do Senado, conta a Cúgola que o dono da Ipanema, José Carlos Araújo, o informou que teria um “contrato” com o colega da Conservo. Para o MP, isso confirma que Aloysio sabia que havia um acordo entre as duas empresas: a perdedora receberia uma compensação financeira. Em 24 de março de 2006,a Ipanema assinou contrato para prestar serviços de mão-de-obra indireta para a Secretaria de Comunicação Social e outros órgãos do Senado. Seis dias depois, Victor Cúgola, da Conservo, admite ter “combinado” uma compensação de R$ 4 milhões da Ipanema referente a essa concorrência, segundo a denúncia do MP. Esse contrato, aliás, foi prorrogado até 30 de março do ano que vem. As transcrições das conversas aparecem em relatórios do Ministério Público Federal com base em inquérito da PF. No material, obtido pelo Correio, surgem dois nomes de alto calibre: o diretor-geral do Senado, Agaciel Maia, e o primeiro-secretário, senador Efraim Morais (DEM-PB). Ambos são citados pelos empresários e por funcionários da Casa. Esses contratos sob suspeita somam mais de R$ 35 milhões e foram prorrogados este ano sem licitação, o que atende ao desejo do esquema, segundo o MP. Isso porque, diz a denúncia feita pelos procuradores da República, o objetivo das empresas é se perpetuar dentro do Senado. “As apurações evidenciam a existência de uma grande organização criminosa”, destaca o documento. Segundo os relatórios, um ex-servidor do Senado, Eduardo Bonifácio Ferreira, era o intermediário das negociações. De acordo com a investigação, ele e os donos das empresas marcaram encontros no Parque da Cidade entre fevereiro e março de 2006 pela manhã e à tarde para beberem “vinho”. Na interpretação dos investigadores, a bebida seria um código usado para disfarçar a negociação pelas concorrências do Senado. As autoridades que comandaram a investigação levantaram a possibilidade de que o pagamento de propina teria sido feito nesses encontros. Numa conversa com Márcio Fontes, da Brasília Informática, Paulo Duarte diz que está com um “menino lá dentro” do Senado. Para o MP, isso reforça a tese de que os funcionários da Casa repassavam informações privilegiadas aos empresários. O esquema começou na gestão de Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência da Casa e teria continuado agora na gestão de Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN). Os donos da Conservo e da Ipanema, e os servidores do Senado Dimitrios Hadjinicolaou e Aloysio Vieira foram denunciados em março deste ano por improbidade administrativa. O documento foi baseado na investigação feita em 2006 pela PF e pelo MP". Correio lembra Operação Mão-de-Obra, da PF Em matéria coordenada nas páginas internas, o Correio Braziliense lembra a Operação Mão de Obra, da Polícia Federal, que cumpriu mandados de prisão expedidos pela Justiça contra empresários das empresas envolvidas nas licitações do Senado. Na integra, a matéria. Memória: PF desmonta golpe A Operação Mão-de-Obra ocorreu em 26 de julho de 2006. Foram mobilizados 170 agentes federais para cumprir mandados de prisão expedidos pela Justiça contra servidores públicos e empresários, entre eles os empresários Victor João Cúgola (dono da Conservo) e José Carlos Araújo (dono da Ipanema). Houve buscas e apreensões de documentos em cinco órgãos federais — Agência Brasileira de Inteligência (Abin), ministérios da Justiça, do Trabalho e da Ciência e Tecnologia, Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e Senado. A ação teve origem em denúncia sobre fraude em licitações e superfaturamento de contratos desses órgãos com três empresas fornecedoras de mão-de-obra terceirizada — Conservo, Ipanema e Brasília Informática. A primeira denúncia lançava suspeitas apenas sobre contratos na pasta da Justiça. Depois, a investigação abarcou todos os locais em que elas haviam vencido licitações. A PF indiciou 19 pessoas, atribuindo a elas crimes como formação de quadrilha e cartel, fraude em licitação e corrupção. Baseado no inquérito policial, a Procuradoria da República no Distrito Federal denunciou 18 acusados à Justiça Federal — a acusação foi transformada em ação penal. Tramitam também ações contra elas por atos de improbidade administrativa". Efraim coloca a culpa em Tião Viana, diz colunista do Correio Nota da colunista Denise Rothemburg, do CB, diz que o senador Efraim Morais tem colocado a culpa das denúncias nos ombros do também senador Tião Viana, do PT do Acre. Leia, na íntegra. Virou alvo - Pré-candidato a presidente do Senado, Tião Viana (PT-AC) leva sua primeira flechada da oposição. E vem direto do senador Efraim Morais (DEM-PB), o primeiro-secretário da Casa, citado em denúncias que vão desde a contratação de agência de publicidade a parentes. Em conversas com outros senadores, ele tem colocado a culpa no petista, hoje primeiro-vice presidente do Senado. É o primeiro passo do DEM no sentido de tirar fôlego da candidatura de Viana. Senador deve ser pronunciar ainda hoje Segundo informações veiculadas em portais de João Pessoa, Efraim Morais deve se pronunciar ainda nesta quarta-feira (6) sobre as denúncias envolvendo o seu nome. Da Redação, com Paraibeabá

2 comentários:

GUERILHEIROS VIRTU@IS disse...

Companheiro, não estou conseguindo ler seu blog. As frases são cortadas na metade. Tem algum segredo para ler todo o conteúdo?
Atenciosamente
Saroba
www.guerrilheirosvirtuais.blogspot.com

heliojampa disse...

A guerrilheiros Virtuais.
Olá companheiro, sinceramente não sei o que dizer sobre o problema. Daria para voce copiar a página (Print Screen SysRq) e enviar para o meu email? Fico grato pela atenção, e aproveito para parabenizar o seu blog. Vou adicioná-lo em meus favoritos.
Forte abraço