domingo, 9 de novembro de 2008

PT adia punição de dissidentes de CG e não descarta candidatura ‘solo’ em 2010


O Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores por incapacidade moral, tomou a única posição que poderia tomar: Não punir, até porque ninguém está preocupado com alguma retaliação que ele possa tomar. Um Partido que não teve capacidade em tomar posições em favor da candidatura de Vice em Campina Grande e João Pessoa, mesmo sabendo do poder de interferencia do Presidente Lula, não pode agora, querer ser mais realista que o rei. Se no momento em que o Partido tinha forças nada pode fazer, que dirá daqui prá frente sem força nenhuma. O que passou, passou e em 2010, zeram praticamente todas as condições dos Partidos, então o PT não poderá chamar para si, nenhuma condição de fiel da balança. Precisará de apoio, ao mesmo tempo que terá de mostrar reciprocidade e isso não só será mostrado com os resultados da eleição para prefeito e vereadores, precisa ser visto como estarão os candidatos aos cargos de Governador, Deputados e Senador. Quem tiver potencial para reeleição, estará bem na fita, quem não tiver....
A cúpula estadual do Partido dos Trabalhadores fechou reunião realizada ao longo deste sábado 8 em um hotel da orla de João Pessoa fortalecendo a tendência de lançar candidatura própria em 2010. A direção planejou a eleição do final da década, mas adiou a punição dos dissidentes que recusaram apoio a reeleição do prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital (PMDB). - Delegamos os processos disciplinares para a próxima reunião da executiva do partido, que deve acontecer no começo do próximo mês, informou ao portal WSCOM Online o secretário de formação política do PT, Marcos Túlio. Para o PT, importante agora é tomar como prioridade o apoio aos prefeitos eleitos, compondo planos administrativos para os primeiros cem dias. Também ficou definido na reunião de hoje que Veneziano em Campina e Ricardo Coutinho (PSB) em João Pessoa terão, segundo o secretário, “apoio total e irrestrito do PT”. - Nosso apoio é total a Ricardo e a Veneziano, mas não descartamos a possibilidade de lançar candidatura própria em 2010, esclareceu Marcos Túlio. O entendimento dentro do PT estadual é que o partido será peça chave na última campanha da década em função da sucessão presidencial.

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