Ser covarde, é...

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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Seu Dinheiro


Confira o calendário de restituição do IR 2009
De acordo com o Estatuto do Idoso, contribuintes com 60 anos ou mais ficam entre os primeiros a receberem a restituição, caso tenham direito

SÃO PAULO - Quando se fala em declaração de Imposto de Renda, logo se pensa na restituição. No entanto, vale lembrar que o contribuinte só terá direito ao recebimento deste valor se ficar comprovado que o imposto que pagou diretamente na fonte ficou acima do que deveria pagar, o que acontece porque, no pagamento de imposto na fonte, as deduções permitidas por lei na maioria das vezes não são incluídas.
Se você faz parte do grupo de contribuintes que optou pela entrega da declaração pela internet, prestando contas com antecedência, terá prioridade no momento da liberação da restituição. Em seguida, serão liberadas as restituições de declarações entregues por disquete. Na escala de prioridades, as declarações feitas em formulário impresso serão as últimas da lista de pagamento das restituições.
Além disso, de acordo com o Estatuto do Idoso, contribuintes com 60 anos ou mais ficam entre os primeiros a receberem a restituição, caso tenham direito.
Calendário
Contudo, vale lembrar que esses critérios valem para as declarações entregues dentro do prazo, ou seja, até 30 de abril. Caso você deixe para entregar depois desta data, estará fora dos critérios de prioridade, o que pode atrasar muito a entrega do seu dinheiro.
A tabela abaixo demonstra como deverá ser feito o pagamento dos sete lotes de restituição do IR 2009.
IR 2009 Data 
1º lote 15/06/2009 2º lote 15/07/2009 3º lote 17/08/2009 4º lote 15/09/2009 5º lote 15/10/2009 6º lote 16/11/2009 7º lote 15/12/2009
Formas de recebimento da restituição As restituições do Imposto de Renda e o ressarcimento de valores referentes a tributos e contribuições federais só são pagos por meio de depósito em conta-corrente ou poupança. A decisão da Receita visa à redução do número de fraudes, uma vez que será muito mais complicado abrir contas bancárias exclusivamente para fraudadores receberem restituições indevidas. A Receita Federal já autorizou os bancos a compararem se o CPF ou CNPJ do beneficiário está de acordo com os documentos apresentados na abertura da conta. Caso o banco não confirme a autenticidade dos documentos, está autorizado a devolver o dinheiro à Receita Federal.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Berzoini anuncia ação contra propaganda alarmista e mentirosa do PPS na TV



O presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), repudiou nesta quinta-feira (23) o boato que vem sendo espalhado pelo PPS, em inserções na televisão e no rádio, de que o governo Lula vai mexer na caderneta de poupança, como fez o governo Collor em 1990, confiscando depósitos. “Ao manipular informações com o objetivo de alarmar as pessoas, o PPS age como uma sublegenda dos neoliberais tucanos e a serviço do governador de São Paulo, José Serra. O PPS utiliza de forma indevida o horário partidário no rádio e televisão para espalhar o pânico”, disse Berzoini.A assessoria jurídica do PT vai encaminhar um questionamento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as inserções do PPS. “A utilização do horário eleitoral de modo indevido prejudica uma conquista democrática. É inadmissível que o PPS utilize o espaço reservado aos partidos como está fazendo, manipulando informações”, disse o presidente do PT.Segundo ele, o PPS, sob a gestão do ex-senador Roberto Freire (PE) está “cada vez mais alinhado à direita brasileira, servindo de instrumento de ataque a um governo de enorme popularidade, especialmente em Pernambuco”, de onde é o dirigente do PPS. Berzoini também estranhou o fato de Freire ser conselheiro da Sabesp (empresa de saneamento do estado de São Paulo), “sem ter nenhuma relação histórica com a empresa ou o próprio estado”.Constituição
O deputado Fernando Ferro (PT-PE) aconselhou aos membros do PPS lerem a Constituição Federal que, no artigo 62, parágrafo primeiro, inciso II, proíbe claramente qualquer tipo de confisco financeiro, como fez o Governo Collor em 1990. “Por má-fé, o PPS , no afã de se mostrar simpático ao governador José Serra (possível candidato tucano à presidência da República em 2010) está propagando uma calúnia”.Ele observou que a propaganda do PPS é feita pelo deputado Raul Jungmann (PPS-PE), que “está agindo como um ventríloquo tucano. É uma enorme irresponsabilidade espalhar um boato que mexe com todos os brasileiros.” Para Ferro, o PPS também é agremiação que age como instrumento do PSDB, com o qual atua como sublegenda.O deputado EduardoValverde (PT-RO) analisa que o boato espalhado faz “terrorismo com a população brasileira”, ao incutir na mente das pessoas que poderia haver “um sequestro da poupança, como fez o governo Collor. Ele também frisou que a Constituição brasileira é clara na proibição a este tipo de medida. “Podemos tranquilizar a população de que o presidente Lula não vai mudar as regras da poupança para causar prejuízos aos pequenos poupadores”, disse Valverde.
Leia também
Artigo: Os valores do PPS

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Besteirol do Jabor


Excelente texto retirado do Blog FBI.
Besteirol do Jabor continua: Lula não fez nada além de se aproveitar da 'herança maldita' Vamos examinar, ponto por ponto, as besteiras faladas pelo Jabor. Ao final de cada comentário, perguntaremos ao leitor: é ignorância ou má-fé? 1. Diz o Jabor: o que fez o governo Lula, além de se aproveitar do que ele chamava "herança maldita"? Os dois primeiros anos de governo foram para reconhecimento do terreno e discussão ideológica... Penso que o Jabor ficou fora do país, no período 2003-2204. Quem estava aqui constatou algumas realizações importantes do governo Lula. Citarei apenas duas, de alto impacto, que transformaram os limões em limonadas: a) juntou meia dúzia de programas assistenciais existentes, que não tinham organicidade e não possibilitavam tirar as famílias da miséria, e criou o Bolsa-Família. Este tem critérios, metas e monitoramento. É considerado, mundialmente, um dos mais eficazes programas para a superação da miséria e da pobreza. Relatório PNUD 2007-2008 (pág. 181): O BFP (Programa Bolsa Família), que representa um direito legal ao subsídio, em caso de elegibilidade da família, reduziu a vulnerabilidade e apoiou avanços no desenvolvimento humano, numa cobertura abrangente, permitindo às famílias gerir os choques sem tirar os filhos da escola (caixa 4.3). b) No governo FHC, os navios e plataformas da Petrobras seriam construídos na Ásia, caso o Serra vencesse as eleições, gerando emprego e renda lá. Lula determinou que tudo fosse construído aqui, revitalizando a falecida indústria naval e gerando emprego e renda aqui. (Clique aqui para ler o boletim do Sindipetro que resumiu a luta contra essa política de FHC) O FBI pergunta: é ignorância ou má-fé? O Jabor, ou Já Bobo, como todos sabem, além de cineasta fracassado, faz parte da gigantesca e bem remunerada assessoria de comunicação do governador de São Paulo e quase-presidenciável, José Serra. Ele, assim como Míriam Leitão e outros assessores serristas, ganham uma fortuna em palestras para empresários que só têm um projeto na cabeça: recuperar para os tucanos e pefelistas o comando do país. Um outro ponto importante a considerar: Suzana Villas Boas, esposa de Jabor, é assessora efetiva do Serra. Então, o Jabor, antes de iniciar qualquer texto ou fala, deveria informar aos seus leitores/ouvintes/telespectadores: eu adoro o Serra, odeio o Lula e sou um militante 24 horas da campanha "Serra Presidente 2010". E não sou amador, sou muito bem remunerado! A partir daí, deitaria a sua falação parcial, metendo o pau no Lula, no PT e nas suas demais lideranças, o que tanto agrada a quem o remunera. Com esse comportamento, deixaria de ser hipócrita e ficaria transparente a partir de que crença, valores e visão política ele fala. Da forma como é feita, ele se coloca acima de todos os mortais. O rei da moralidade e do interesse público! Dou um doce para quem encontrar - em texto, vídeo ou áudio - qualquer crítica, por menor que seja, à dupla FHC/José Serra. *** O título deste post refere-se ao programa diário do Jabor, na CBN. O Jabor não consegue ter foco no seu besteirol e atira para tudo que é lado, de forma leviana e criminosa. Nessa curta fala, foram inúmeras as besteiras sem qualquer fundamentação. A primeira coisa que chama à atenção é o caráter autoritário e elitista do Jabor, igual ao da outra militante do Serra, a Míriam Leitão. Reparem a forma como eles consideram o povo brasileiro: iletrado, burro, manipulável, mesquinho, egoísta, e por aí vai. Nos seus textos, esse é o pano de fundo. "Nós entendemos de tudo - escrevem eles - e vc, leitor miserável culturalmente, não entende de nada.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Novo Blog no AR. FBI: Festival de besteiras da imprensa


Novo Blog no Ar. Tratá-se do Blog Festival de Besteiras da Imprensa, já adicionado aos meus Favoritos. O Blog é de uma determinação ácida, cortante para a falta de conteúdo de decencia da mídia. Ao mesmo tempo que corrói as besteiras, decepa as cabeças improdutivas dos donos desses jornalistas que por pensarem que não há inteligência fora das editorias, fazem papel de bobo.
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Emprego na indústria já caiu 5,2% desde outubro, mostra IBGE Manchetes em matérias como esta decorrem do fato de que parte expressiva da imprensa não faz pesquisa e, aí, fala besteira, com a simples mudança de advérbios, como este do título e os mais utilizados no seu dia-a-dia: "mas", "entretanto" e "apesar", entre outros. Se os jornalistas que fizeram essa matéria no G1, pesquisassem um pouquinho, trocariam o "já" por "apenas". O "já", neste caso, dá uma conotação de "muito" ou "aceleradamente". "Apenas" daria outro sentido (o correto) de "pouco" ou "vagarosamente". Eu penso que eles saibam que há uma crise financeira internacional, com epicentro nos EUA, com influências nos países emergentes como o Brasil. Se é verdade que sabem disso, deveriam pesquisar o que está acontecendo nos países desenvolvidos e comparar com este dado do IBGE, bastando tão-somente acessar as matérias publicadas no próprio G1 ou no Uol - como eu e milhares de pessoas razoavelmente bem informadas fazem, regularmente, para formar opinião sobre qualquer assunto. Vejam o quadro nos países desenvolvidos: Somente em março de 2009, a taxa de desemprego nos EUA atingiu 8,5% (13,2 milhões de pessoas desempregadas) Taxa de desemprego no Canadá, em março, ficou em 8% (desde outubro de 2008 houve perda de 357 mil postos de trabalho) Taxa de desemprego na zona do euro, em março, chega a 8,5% Taxa de desemprego na Espanha chegou a 15,5%, em março Suécia enfrenta a maior recessão em 70 anos Taxa de desemprego na Inglaterra vai a 6,5% (fevereiro de 2009) Taxa de desemprego na Alemanha vai a 8,5% (fevereiro de 2009) Número de desempregados atinge marca histórica na França, em janeiro de 2009 (15,4% em relação a janeiro de 2008) Como queríamos demonstrar, se os jornalistas da matéria do G1 tivessem feito esta rápida pesquisa, a manchete ficaria assim "Ao contrário dos países desenvolvidos, emprego na indústria brasileira caiu apenas 5,2% desde outubro, mostra IBGE" Cabe destacar que, lá no finzinho da matéria, lemos o seguinte "Apesar da queda no nível de emprego, a folha de pagamento das indústrias registrou em fevereiro alta de 1,9% na comparação com janeiro." Essa é parte boa da notícia, que ajuda a compreender porque a economia ainda não caíu no nível "previsto" pela Oposição e parte expressiva da imprensa. Mas parece que falar sobre isso com destaque, para eles, seria besteira.

terça-feira, 7 de abril de 2009

F1 - Decepção. Rubens pediu chuva e só se molhou

Eu achei o GP da Malásia uma decepção em todos os sentidos mas o que mais ficou claro para mim, é que Rubens Barrichello é um fanfarrão. Nunca vi um piloto em boa condição pedir chuva em uma corrida. Geralmente quem pede para chover é um piloto que não corre tanto quanto os outros e como a chuva nivela por baixo, às vezes ele se dar bem. A chuva transforma as corridas numa loteria, onde piloto vira passageiro. Rubens Barrichelo, segundo piloto da Brawn-Mercedes, tenta mais uma vez iludir os admiradores de F1 no Brasil, olhando para o céu como se fosse um agricultor vivendo em terras áridas praticamente fazendo oração em busca de chuva para salvar o seu fim de semana. De onde veio essa ideia maluca que Rubens gosta de chuva? Qual foi a corrida que ele ganhou em baixo de chuva? Peço encaricidamente quem sabe para me informar. Pode até conseguir boa posição no Grid, mas correr para ganhar corrida, desconheço. Vamos ser claro: Rubens largou no GP da Malasya em 8ª, passou para 4ª posição, estava sem chover. Chegou a perder posição durante a corrida. Na chuva, apesar de ganhar algumas posições em função de desgaste de pneus dos adversários, o fato é que ele terminou em 5º com quase 50 segundos atrás do seu companheiro de equipe, J Button. Mas o faroleiro Galvão não disse que na chuva era mais Burrinho? Só se for para tomar banho. Rubens e J Button tem até agora o melhor carro de F1. Estão sobrando, colocaram as Ferraris e McLarens na traseira. E quando ele vai chutar o balde? É porque se nada mudar, apesar dos shows que tem sido as corridas, ele vai permanecer em segundo, terceiro, quarto e o Button, em primeiro, provando definitivamente que a Formula 1 não é lugar para inseguros, chorões ou pistolões. Tem que correr, seja no seco seja no molhado.
E a Ferrari? Começou mal, mas estamos no começo e não temos um começo desesperador, já que a vantagem dos carros que têm os difusores é ainda pequena, e se for o caso, ela póderá optar por eles e que ainda leva a vantagem de ter a carga extra de potencia que recebe dos freios durante as corridas. Para Felipe, por ele ser maneiro, esse dispositivo que transforma as freadas em potencia traz muito beneficio a ele ao contrário de alguns pilotos, que por serem pesados, esse dispositivo se transforma em estorvo.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

G20 mandou fundamentalismo de mercado para o lixo da História


Esse texto foi retirado do Blog O Terror do Nordeste.
Leia abaixo transcrição do comentário do jornalista Luciano Martins Costa para o programa radiofônico do Observatório da Imprensa, sobre a cobertura da imprensa brasileira do G 20:
Notícias de um encontro histórico Há um descompasso entre o noticiário dos sites da internet e das emissoras especializadas em economia e os jornais brasileiros que noticiam o resultado do encontro do G-20, realizado em Londres na quinta-feira (2/4). As decisões tomadas pelas lideranças dos vinte países economicamente mais relevantes do mundo representam o maior e mais importante pacote de mudanças já produzido em acordos internacionais desde o pós-guerra. Trata-se de um evento histórico, que rompe o consenso até aqui predominante nas relações globais de comércio e Excesso de otimismo? Não. O fim do chamado "consenso de Washington", expressão que define a plena liberdade de circulação dos capitais financeiros, foi anunciado formalmente pelo primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Gordon Brown. Por outro lado, o sentido de "sustentabilidade" pontificou o documento conclusivo da reunião de cúpula e foi destacado em diversas manifestações. Consenso prévio Esses são os pontos centrais, as balizas que marcam as decisões tomadas pelos dirigentes dos vinte países economicamente mais importantes do mundo. Mas a imprensa brasileira se prendeu aos fatos, deixando as análises para segundo plano. Talvez nos próximos dias essas reflexões sejam levadas ao público. O clima do encontro, amistoso e confiante, não condizia com a situação que o motivou: a mais grave crise financeira conhecida pelo mundo moderno. O que fazia os líderes mundiais tão otimistas? Os jornais não dizem, mas qualquer jornalista que já esteve em fóruns multilaterais sabe que, antes de se reunirem, os dirigentes já haviam recebido os estudos e recomendações de seus assessores. Sempre há pouco espaço para improvisos em seus discursos e debates públicos. Quando chegaram a Londres para a reunião, os dirigentes do G-20 já tinham em mãos os documentos do consenso. Nenhum deles foi surpreendido, todos sabiam que as divergências haviam sido superadas e que eles poderiam anunciar medidas impactantes de combate à crise. Ao passar por cima desse fato, a imprensa reforça o espetáculo mas deixa o leitor sem saber como as coisas realmente funcionam. O fim da ilusão Então vamos aos fatos objetivos, resumidos nos sete pontos principais. O primeiro deles: um grupo formado pelos países do G 20, mais Espanha e Comissão Européia, vai coordenar um sistema de detecção de sinais de crise, para garantir a estabilidade do sistema econômico mundial. Essa decisão significa que o sistema de governança deverá ser mais transparente e confiável, uma vez que devem sair de cena as agências privadas de avaliação de risco, que erraram completamente suas previsões durante o período que antecedeu a eclosão da crise. Outra decisão: a legislação internacional sobre bancos e mercados financeiros será mais severa, com maior controle sobre fundos de "hedge" e sobre os riscos tomados pelo sistema financeiro. Essa medida era um dos pontos de discórdia entre os Estados Unidos e outros participantes do encontro, como a Europa, a China e o Brasil. Juntamente com a moralização dos bônus para executivos financeiros, que agora serão condicionados a resultados concretos e auditados, essa é uma resolução que pode romper o círculo de perversidades que levaram à expansão dos sistemas de pirâmides e fraudes e que são parte da origem da crise. Para o lixo Os jornais dão destaque absoluto à destinação de 1 trilhão de dólares para o combate aos efeitos mais graves da crise, porque o número é impressionante, embora poucos jornalistas saibam dizer, de pronto, o que significa esse valor. Também tem bastante repercussão o plano de reforma do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, mas as medidas mais importantes e que devem produzir mudanças no modelo da globalização são o fim dos chamados "paraísos fiscais" e a prioridade de investimentos para projetos sustentáveis capazes de gerar emprego. O fim dos "paraísos fiscais" deve aumentar o controle sobre circulação de dinheiro originário de corrupção, fraudes e do crime organizado. A busca de uma economia sustentável é a esperança de um mundo menos vulnerável. Juntas, essas medidas apontam para o fim do modelo econômico que a imprensa transformou em dogma nos últimos anos. O fundamentalismo de mercado vai para o lixo da História

F1 - FIA pode punir Hamilton com exclusão do campeonato


Entidade considera que piloto e McLaren enganaram deliberadamente os comissários do GP da Austrália 

Diego Azubel/EFE 
 
Inglês foi punido por ter omitido informações dos comissários 


A desclassificação — e a consequente perda dos seis pontos referentes ao terceiro lugar — do GP da Austrália pode não ser a única pena a ser paga por Lewis Hamilton devido ao que a FIA considerou uma "conduta enganosa" do piloto perante os comissários da prova em Melbourne. De acordo com informações do jornal inglês "The Guardian", um porta-voz da entidade que comanda o automobilismo mundial confirmou na noite desta quinta-feira (2) que o inglês e a McLaren correm o risco de sofrer uma punição até mesmo mais severa, podendo até serem expulsos do Mundial de 2009.


Segundo o representante da FIA, Lewis e o time de Woking podem ser denunciados junto ao Conselho Mundial na próxima reunião. "É uma situação potencialmente grave, e Hamilton pode até ser excluído de algumas provas — ou de toda a temporada", disse o porta-voz.


Hamilton havia sido elevado ao terceiro lugar do GP da Austrália depois que Jarno Trulli, que chegara a subir no pódio de Albert Park, foi punido pelos comissários por ter ultrapassado o piloto da McLaren enquanto o safety-car estava na pista. Porém, a gravação da transmissão de rádio time-piloto mostra que os prateados instruíram o atual campeão a permitir a passagem do italiano — e não informaram isso à direção da prova. Por isso, nesta quinta, a FIA voltou atrás e desclassificou o inglês, reconduzindo Trulli ao terceiro posto.