Ser covarde, é...

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Lina Vieira: Sem Provas e Sem Vergonha!

Sem provas, Lina Vieira vira ‘joguete’ entre base e oposição A oitiva da ex-superintendente da Receita Federal, Lina Vieira, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado, nesta terça-feira (18), demonstrou ser parte da disputa do poder que vai acontecer nas eleições de 2010. Por diversas vezes, a convidada foi esquecida para dar espaço a debates acirrados entre os senadores da base governista e oposicionistas sobre os dois principais candidatos na disputa – José Serra, do PSDB, e Dilma Roussef, do PT.
Agência Senado
Lina Vieira, "sem provas"; Demóstenes Torres, "autoritarismo" para garantir depoimento.
Em seu depoimento, Lina Vieira disse que não tem registro e nem lembrança da data e horário do suposto encontro entre ela e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, quando ela teria pedido a Lina que agilizasse o processo do filho do Sarney (José Sarney, presidente do Senado). Disse ainda que não comentou com ninguém, nem em casa e nem no trabalho, fazendo questão de destacar que era a palavra dela contra a da ministra.
Ela decepcionou a oposição que esperava dela provas ou testemunhas do que dizia. Ela também não soube explicar como o assunto chegou ao conhecimento dos jornalistas da Folha de São Paulo, que publicaram matéria sobre o suposto encontro dela com a ministra Dilma.
Segundo ela, os jornalistas já sabiam do assunto quando a procuraram pedindo que confirmasse o encontro e o assunto. Isso só aconteceu depois que ela foi exonerada do cargo, em 17 de julho último. O suposto encontro dela com a ministra Dilma teria ocorrido, segundo ela, no final do ano passado.
Ela disse que nos 10 minutos que durou o encontro, “ouviu, se retirou e não deu retorno”, acrescentando que não tomou nenhuma providência, mesmo porque a Justiça já tinha orientado a Receita para agilizar o processo.
Em seu depoimento inicial, ela dedicou a maior parte do tempo a contar a história de sua trajetória profissional, destacando que não tem mágoa de ter sido exonerada do cargo de Superindentende da Receita Federal.
“Não busquei e nem desejei essa polêmica e nem almejo disputar qualquer cargo eleitoral”, acrescentando que “não vim a essa comissão fazer jogo de A ou B. Não tenho interesse em alimentar polêmica e prejudicar ninguém, mas não abro mão da verdade.”
Lina se recusou a falar sobre a Petrobrás, dizendo que não estava preparada para falar sobre o assunto. Essa foi outra decepção para a oposição que, ao ser vencida na CPI da Petrobrás, conseguiu aprovar requerimento garantindo a ida de Lina Vieira à CCJ.
Bate-boca
A convocação de Lina Vieira à CCJ foi motivo de bate-boca e discussão no início da reunião. O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou questão de ordem alegando que a CCJ não era o fórum apropriada para ouvir a ex-superintendente da Receita Federal.
Se ela fosse falar sobre matéria econômico-tributária, o forum apropriada seria a Comissão de Fiscalização e Controle e se era sobre a investigação contra Sarney, seria a Comissão de Ética.
O presidente da Comissão, Demóstenes Torres (DEM-GO), disse que não considerava como questão de ordem e não aceitava o requerimento. E manteve a convocação de Lina Vieira, que chamou a depor depois de quase duas horas de debate entre os senadores.
Os governistas queriam que o Presidente permitisse que o Plenário da Comissão votasse o recurso de Jucá. Demóstenes manteve sua posição e ainda provocou Jucá dizendo que ele podia recorrer até ao STF (Supremo Tribunal Federal).
O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) acusou o Presidente de estar usando partidariamente a comissão.
José Agripino (DEM-RN) admitiu que a ida de Lina podia abrir precendente para convocar a ministra Dilma para ser ouvida na Comissão.
Jucá protestou, insistindo que não é competência da CJJ tratar de assuntos pertinentes à Receita Federal e que a Comissão estava extrapolando suas funções. “É importante que fique claro quais as atribuições (da CCJ), para que no futuro não se repita a situação e a Comissão de Constituição e Justiça se torne um tribunal de inquisição e delegacia de polícia”, disse Jucá, para quem a Comissão pode virar um feudo de partido político para retaliar e perseguir.
Ato de força e autoritarismo
Almeida Lima (PMDB-SE) criticou a decisão de Demóstenes, destacando que “depois de atos secretos, vamos ter atos assombrados, que vão pairar sobre nós, no limbo.” O senador Renato Casagrande (PSB-ES) também fez críticas ao Presidente da Comissão, dizendo que a decisão dele não era justa e nem acertada. “Essa decisão pode gerar singularidades e situações em outras comissões que pode prejudicar o Senado”, alertou.
Demóstenes admitiu que se colocasse o recurso de Jucá em votação no plenário seria derrotado e abortaria todas as outras convocações posteriores. A fala foi recebida como um ato de força e autoritarismo de Demóstenes.
Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) alertou Demóstenes de que ele não pode confundir questão jurídica com questão político-partidária e que estava exorbitando de suas funções.
Renan Calheiros (PMDB-AL) pediu equilibrio do governo e oposição, esclarecendo que “essa reunião é sobretudo do caráter político, uma tentativa de impor ao presidente Lula e à ministra Dilma um desgaste”, relembrando o caso dos cartões corporativos e da Petrobrás.
De Brasília
Márcia Xavier.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Se as esquerdas tiverem juizo....

Se as esquerdas tiverem juizo.Bem, estamos próximos do final do ano e cresce a passos largos a campanha para a presidencia da República em 2010. Pesquisa fresquinha, mostra José Serra a frente de Dilma e de Ciro Gomes. A fatura está fechada em favor de José Serra, já que ele mantem a posição de pole position desde o final da última eleição em 2006? Muito pelo contrário, todas as pesquisas divulgadas, mostram um candidato travado, enquanto que outros crescem. O Presidente Lula com certeza influirá decisivamente em favor do seu candidato agora, uma vez que é o seu cargo que está em jogo e mais que isso, é um projeto politico que está dando certo e mudanças nessas horas são temerosas, quanto mais parecido puder ser o próximo presidente do atual, melhor para o eleitor. O Presidente Lula fala sempre em alternancia do poder, o que para mim, essa alteranncia não se dará se for mantida o atual status da aliança, tornando-se necessária, a mexida nas pedras do xadrez. O apelo do Presidente pode ser entendido até por uma mudança de projetos, o que infelizmente poderá se dar pela volta dos Dem-tucanos. Estou com a primeira opção, já que percebo uma saturação do PT no poder, e tambem por ele não ter conseguido aproveitar a onda vermelha, ter crescido e se mostrado como personagem principal da transformação que o País teve nesses últimos anos. Se o PT não se mostra como alternativa, o mesmo se dar pelo PSDB e em até pior situação, já que ele junto do DEM, são os partidos mais corruptos do Brasil, segundo o TSE. Hoje, as esquerdas são a maioria, prova cabal que o povo não mais suporta propostas atrasadas. O povo quer avançar, mas fica confuso em meio aos nomes existentes. Nesse momento, em que mudar não é preciso, mas que por força de Lei é obrigatória, seria importante que as lideranças tivessem a mesma capacidade de dissertimento que os seus liderados têm. Afinal de contas, se as esquerdas tiverem juizo, vão manter a atual aliança, só que com mudanças nos papeís.

domingo, 9 de agosto de 2009

A vaca indo pro brejo?

Parece que aos poucos a vida dos Demo-Tucanos está se desmoronando. Donos de uma conduta ilibida? no passado, principalmente quando o Governo Federal enfrentava uma crise na era do mensalão?, agora, que já fora provado que nem o mensalão existiu e que a crise era uma marolinha, os olhos de "delator" se viram fatalmente contra os acusadores. São muitos os problemas e por mais que a mídia indecente tente cobrir o sol com a peneira, ela deixa escapar o óbvio: A corrupção grassa no ninho tucano.
São muitos os golpes acusados por eles nos últimos dias, como suspeita de irregularidades na obra do Metrô, apontando remessas ilegais de dólares em conta na Suiça com o devido bloqueio e o consequente esvaziamento de abastecimento de financiamentos para a campanha politica de José Serra, apontamento pelo MPF da Governadora Yeda (Cruzes) como integrante de quadrilha criminosa, o pedido pelos senadores de cassação do mandato de Artur Virgilio por quebra de decoro parlamentar, além, é claro da derrota na quebra de braços contra José Sarney. O DEM, segundo o TSE, é o partido mais corrupto do Brasil, seguido pelo PMDB e PSDB. Eles são, digamos assim, os partidos que numa competição esportiva, têm vaga no pódium. No embate, PTxPSDB vale muito a performance dos aliados no tocante a ficha limpa, sendo assim, não é dificil prever quem se sairá melhor. Avança mais, quem é mais maneiro, quem tem menos explicação a dar sobre as suas peraltices, e nesse tocante, DEM-Tucanos, tem muito o que explicar, já que proposta com contéudo, não é a seaara deles, e nesse caso, a vaca vai bro brejo, ou melhor, os tucanos.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Conselho de Ética arquiva denúncias contra Sarney

Atos secretos?
Segundo o Senador Wellington Salgado (MG) todos os líderes no Senado sabiam das decisões, que ora são chamadas de "Atos Secretos".
Hoje, dia 05 de agosto, José Sarney se defendeu e acusando ao mesmo tempo, os ex presidentes, como responsáveis pelos atos secretos no passado, que tem relevancia no presente. Acho que, antes que alguém fale em pizza, condenar alguém por simples recortes de jornais, é demais da conta, né não? E, para ser mais esclarecedor, antes que os dedos em riste apontem para alguem, não é dificil dentro da Administração do Senado, comprovar a defesa do José Sarney ou a veracidade das acusações dos senadores. Afinal de contas, em primeiro lugar os atos não eram nada secretos, eles apenas não eram divulgados na Intranet, ou ainda não assinados pelo presidente, mas que tinham o aval de outros diretores do Senado e, sempre, serviam a interesse dos nobres colegas com assentos no Senado Federal.
O Conselho de Ética do Senado arquivou as representações contra Sarney, mas a coisa não acaba aqui, vem desdobramentos nos próximos dias, já que o Presidente do PSDB ameaçou ir as ruas em marcha, liderada pelos senadores Tasso Jereissati, o coronel do Ceará, Cícero Lucena, o chefe da confraria na Paraiba, entre outras personalidades de moral ilibada??
A mídia por enquanto silenciou, mas esse silencio pertuba, já que ela foi colocada em suspeição, e acusada de armar denúncias. A denúncia de José Sarney teve guarida, é tanto que umas das representações contra ele, eram recortes de jornais, o que foi invalidada. Esperamos o que vai acontecer nos próximos dias, já que o PMDB representou contra Artur Virgilio (PSDB-AM), e que Simon deve representar contra Collor. Parece que ali, motivo não falta para alguém detonar alguém, o que falta é a oportunidade. É como na música de Chico Buarque: "de tudo que era lado vinha um bom motivo para te esfolar". Yeda Cruzes!!!