quinta-feira, 30 de setembro de 2010

DataFolha inicia um arrumadinho para não ficar feio na fita.



Começa ficar difícil malhar os números quando é 5ª feira e as urnas serão abertas no domingo.
O Datafolha de hoje (pesquisado nos dias 28 e 29) já mostrou Dilma subindo 1 ponto, e Serra e Marina caindo 1 (nos votos válidos), em relação à pesquisa de 2ª feira.
A Folha, diz que Dilma "parou de cair". Se ler o texto diz que ela "se recuperou" em vários segmentos:
... Dilma chegou a se recuperar no Sul, entre os eleitores de 35 a 59 anos e entre os que ganham entre dois e cinco salários mínimos (R$ 1.020 e R$ 2.550) --faixa em que tinha perdido mais votos no levantamento anterior.
A petista também oscilou positivamente, dentro da margem de erro, em vários estratos da população, como entre eleitores com ensino fundamental e do Sudeste.

domingo, 26 de setembro de 2010

Sem chances de ganhar, Serra vira candidato propaganda de ficha suja!

A menos de 7 dias para a eleição, José Serra veio a Campina Grande(PB), ontem, dia 25 para uma carreata com candidatos do seu partido e do DEMônio. Sem nenhuma chance de ganhar, ele pediu votos para o candidato ficha suja, Cássio e o candidato dos fantasmas, Efraim. Pediu em vão, pois desde o começo da campanha Cássio(PSDB) faz campanha sem citar o nome de Serra e lidera todas as pesquisas. Já com Efraim(DEM) a coisa é diferente, já que ele despenca nas pesquisas e já ocupa a terceira colocação, estava em segundo quando iniciou a campanha. A campanha dos tucanos foi realizada sem a presença de Ricardo, candidato ao governo que quer distancia de Serra. Aqui na Paraiba Dilma tem mais de 60% enquanto Serra tem parcos 20%. Enquanto a bala de prata não surge, Dilma segue a passos largos para uma vitória, consolidando assim, uma aliança em favor do seu governo, enquanto a oposição perde fôlego e vida.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Serra, o golpista!

A semana termina, e finalmente, a bala de prata tão esperada por Serra e a mídia golpista não apareceu e, enquanto eles ladram, a caravana de Dilma avança rumo a vitória em 3 de outubro. Faltando apenas 14 dias e poucas horas, pesquisam divulgadas ontem dia 17/09, jogam uma pá de cal na candidatura de Serra. Com 71% do eleitorado já definido não dar para fazer mais nada. Serra sabe disso e apela de todos os jeitos. Faz denúncias, e promete o céu na terra. Tenta criar um fato novo, mas erra a medida que fala. Promete um salário de R$ 600,00 e quando foi governo, (oito anos com fhc)dizia que um salário de 100 doláres quebraria o país. Promete mais empregos, mas esquece que quando foi governo só criou 5 milhões enquanto Lula criou 14 milhões, sem contar que com as pritatizações gerou muitos desempregos com as famosos "PDV", pedido de demissão voluntária e mesmo quando havia a recontratação do empregado, era com salário inferior ao que ele tinha. Assisti um programa de Serra e percebi que o mesmo é vazio. Não diz nada que Lula já não tenha feito. Temos problemas, é verdade, mas nunca teremos uma saida com Serra e sua gang privatizadora e golpista. Precisamos avançar e só Dilma representa essa esperança.
Do Blog o Tijolaço.
Há horas em que a gente tem de falar as coisas sem meias palavras.
Serra e a grande imprensa estão pressionando as instituições da República para que se deflagre um golpe político-eleitoral de dimensões catastróficas.
Hoje de manhã, Serra patrocinou uma reunião com o senador Álvaro Dias para montar uma “convocação” de Dilma ao Senado para explicar. Explicar o quê? Do que ela é acusada?
As instâncias legítimas para qualquer investigação, de qualquer ato, de quem quer que seja, estão funcionando.
Tudo está sendo investigado pelas regras da legalidade democrática, mesmo as situações mais inverossímeis, como esta história de um cidadão chegar e encontrar R$ 200 mil numa gaveta como “presente” não solicitado. Mesmo as denúncias de um receptador de carga e de carro roubado, condenado pela Justiça. Mesmo o “favorecimento” do único laboratório que produz o remédio contra a gripe suína.
Não há acobertamento de coisa alguma. Se há alguma irregularidade, alguma desonestidade, alguma prevaricação, as autoridades públicas não dão sinal algum de que isso possa ser acobertado.
Lacerda fez isso com Vargas, até levá-lo à morte.
Os métodos são os mesmos.Mas não é, agora, o Corvo, mas a Democracia que diz: nunca mais, nunca mais…
Não temos nenhuma crise, econômica, política ou institucional.
O que temos é um processo de terrorismo de mídia. Uma completa irresponsabilidade de publicar algo – não discutindo se procedente ou não – sem qualquer prova senão acusações pessoais.
Qualquer coisa vai para a primeira página. Qualquer coisa vai para o Jornal Nacional.
Nem Collor, com Míriam Cordeiro chegou ao ponto que a grande mídia chegou.
O Ministério Público, que mediu cada sílaba pronunciada por Lula em cada evento público, para ver se havia “propaganda indevida” ignora o que se faz, todos os dias, em cada banca de jornal e aparelho de tevê. Vai, é incrível, atrás de achar favorecimentos inexistentes na única revista que não age como agente de José Serra.
O relógio, o calendário, as horas e dias passando sem que apareça uma chance à direita deste país, os açula.
Não, José Serra, você não vai transformar o Senado da República na República do Galeão. Não vai fazer ali o linchamento moral que os jornais, revistas e tevês que são, hoje, seus únicos apoios, os eleitores de um candidato que percorre ruas vazias, visita favelas cenográficas e cumprimenta populares a pedido dos cinegrafistas da Globo, fazem por você.
Somos, senhor José Serra, homens e mulheres civilizados. Queremos enfrentá-lo nas urnas. Nem mesmo queremos destruí-lo, apenas desejamos que se reduza à sua verdadeira estatura, a de um anão moral e político, de um homem a quem a sede de poder e mando encolheu, minguou, deformou até transforma-lo numa mórbida caricatura de seu passado.
O senhor, José Serra, é um cadáver insepulto, que exala os miasmas do golpismo.
As urnas o exorcizarão. O povo brasileiro poderá viver a luz do progresso. E o senhor, finalmente, descansará em paz , retornado ao pó em que sua ambição moeu um ser humano.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Serra, mente, mente....Só mente!


O candidato José Serra mente tanto, mas tanto, que nem ele mesmo deve acreditar nas mentiras que anda contando na tentativa de roubar os votos de pessoas desavisadas e de boa fé.
Ontem, o tucano disse que "Serra diz que é Ficha Limpa e que não tem medo que quebrem seu sigilo"
O candidato tucano à Presidência, José Serra, disse hoje à noite no interior de São Paulo que é Ficha Limpa e que os adversários podem quebrar o sigilo "que quiserem".
José Serra mentiu.
Levantamento do Congresso em Foco sobre as certidões judiciais dos presidenciáveis mostra que o tucano José Serra é quem mais responde a processos entre os presidênciaveis. De acordo com as certidões que ele mesmo apresentou, são 17 processos declarados à Justiça Eleitoral.
Improbidade administrativa.
Na disputa presidencial, o caso que mais chama atenção é o de Serra. Além das 17 certidões positivas, ele soma três processos ativos, todos por improbidade administrativa. Os casos correm na Justiça Federal do Distrito Federal e referem-se ao Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer).
O Proer foi um programa implementado no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso para sanear instituições financeiras que enfrentaram dificuldades na virada do período de hiperinflação para o início do Plano Real. Na época, Serra era o ministro do Planejamento. As ações envolvem diversas pessoas que tiveram algum grau de responsabilidade nas decisões relativas ao Proer. Os nomes mais conhecidos são Serra e do então ministro da Fazenda, Pedro Malan. As ações questionam a assistência prestada pelo Banco Central, no valor de R$ 2,975 bilhões, ao Banco Econômico S.A., em dezembro de 1994, assim como outras decisões - relacionadas com o Proer - adotadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
A farra do Proer.
1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%.
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.José Serra estava metido nessa maracutaia.
Conforme verificado, já houve uma decisão monocrática (ou seja, de um único juiz) em favor da denúncia. A juíza Daniele Maranhão Costa, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, considerou que houve dano ao erário, enriquecimento ilícito e violação aos princípios administrativos no caso.
O candidato do PSDB à Presidência da República também responde por crimes de imprensa, calúnia e injúria, em ações ajuizadas pelo Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores. Em uma delas, o ex-presidente do PT Ricardo Berzoíni é o autor das denúncias, que foram recebidas pela Justiça do estado de São Paulo e se encontram em andamento..

sábado, 4 de setembro de 2010

Brincando com fogo

Do Blog O Que será que me dá
José Serra é mentiroso, desonesto, digno dos mais adjetivos vis conhecidos por todos nós!. O Golpe não passará e depois das eleições precisamos repensar o modelo eleitoral. Não podemos continuar dessa forma, todo dia sendo assaltados em nossas casas, por bandidos travestidos de politicos, salvadores da pátria.
Do Blog O Que será que me dá
Desde o início deste ano, os demo-tucanos vem tratando o processo eleitoral como se fosse uma gincana escolar. Longe de serem construtivos para o debate, suas ações e seu discurso mostram total desordem mental e tática. Não estão sendo coerentes nem com sua própria ideologia.
A brincadeira começou na birra de José Serra em não assumir sua candidatura e, ao mesmo tempo, impedir a convenção interna do seu partido. A dúvida ali era se a soberba devia-se à certeza de “já estar eleito” de longa data pelas pesquisas e pela facilidade com que deslizou para a prefeitura e de lá para o governo de São Paulo – ou se, realmente, vivia uma crise existencial, indeciso entre garantir o pássaro da reeleição na mão, sem sair da poltrona de seu gabinete, ou se aventurar a buscar os dois voando fora dos muros midiáticos que separam a aldeia paulista do “resto”. Como vimos, sua “natureza” falou mais alto – coisa que Lula previu de longe, conhecedor da vaidade descomprometida com o Brasil dos paulistas do PSDB.
Enquanto o PT trabalhava com seriedade, apresentando à sociedade a Ministra-chefe da Casa Civil, responsável direta pelo PAC e demais programas em andamento e profundamente íntima de todos seus processos, como legítima candidata a sucessão – Serra inaugurava maquetes e brincava de solista do PSDB, reduzindo seus parceiros de partido a meros coadjuvantes de suas coreografias megalomaníacas.
Depois que Aécio Neves deu uma figa para sua pretensão de tê-lo como vice, Serra e os seus sentiram o drama que se avizinhava. O pastelão cresceu com lavagens de roupa suja em público, com as trapalhadas no episódio “procura-se um vice” e resultou finalmente no que parecia ser o ponto mais alto da comédia: a nomeação do tal Índio da Costa – que Serra mal conhecia – para o cargo de vice. O deslumbrado debutante, focado pelos holofotes midiáticos pela primeira vez, roubou a cena, fez pose de estrela para os fotógrafos, agarrou-se aos microfones e entoou uma verborragia infantil, repleta de palavras de ordem do ensebado cardápio da velha direita. O que dois dias depois lhe rendeu um cala-boca público do próprio partido e o emudeceu para sempre – acessório insosso que é no tabuleiro eleitoral.
A essa altura, Dilma já buzinava, pedindo passagem ao carro eleitoral de Serra para em seguida, engatar uma quarta marcha e passar por fora, assobiando. (E ainda teria muitas marchas para engatar…)
Enfim, quando se começa uma campanha deste modo jocoso, não dando ao processo sucessório a seriedade que sua dimensão impõe, é impossível manter algum respeito como candidato. Serra tornou-se uma espécie Enéas Carneiro invertido. Patina de uma lambança para outra, se reinventando diariamente, sem encontrar identidade convincente por ser uma fraude monumental.
Passou a maior parte de seu governo paulista no colo de um eleitor obtuso e avaliado como favorito para vencer em 2010. Por isso supôs que não tinha obrigação alguma em fazer um bom governo – sequer governar. Preso a estratégias arcaicas, bastaria investir maciçamente em publicidade para manter-se na “crista da onda” midiática e alimentando o ilusionismo de estar fazendo alguma coisa palpável em mais um mandato que não iria cumprir. Estratégia arrogante, que contava com a burrice do eleitor do resto do país – supostamente tão fácil de manipular quanto o eleitor paulista.
Agora, em função das evidências, Serra partiu para o jogo perigoso do golpismo que, ironicamente, é o mesmo que conheceu, do lado oposto, na época de estudante. De vítima em 64, tenta ser o algoz em 2010. Apesar de não sermos mentalmente o mesmo povo, nem país, a disposição ao enfrentamento armado, antes exclusiva de uma minoria de cães raivosos anti-petistas, chegou a se manifestar nos eleitores pró-Dilma nos últimos dias. E isso mostra o quão perigosa pode ser essa trama. Não se sabe, ainda, a quem e até que ponto, Serra conseguirá vender sua “hora da virada” golpista. O que faz dos nossos próximos 30 dias, um período de provação: seremos capazes de resguardar nosso ainda jovem estado de direito democrático, conquistado depois de tantos sacrifícios? Ou sucumbiremos às forças do retrocesso que acenam com a tomada do poder pela força, travestida de tapetão? Será preciso chegarmos a este impasse?
Até agora, o PIG fez a campanha de Serra abertamente e de forma vil, através da manutenção da audiência aos factoides e à retórica enganosa da oposição. Queremos acreditar que o TSE e STF continuarão a não se deixarem contaminar por este jogo rasteiro do PSDB e seus aliados.
Mas, seja qual for o desfecho deste processo, só o fato da mídia brasileira dar voz aos flertes golpistas de um candidato visivelmente desequilibrado – flertes que nos remeteram às terríveis lembranças dos tempos da ditadura – já nos revela, a nós mesmos e ao mundo, como uma democracia frágil, muito distante ainda do ideal que privilegia o debate honesto, plural e civilizado.

Só para lembrar, a eleição não depende mais de Serra, não importa o Golpe que ele e a mídia queiram inventar!