sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Nem só de aborto é feita a campanha eleitoral!

É isso ai, precisamos debater os grandes problemas da população brasileira nessa eleição, com focos na resolução com propostas decentes e exequíveis, esse negócio de pautar a eleição, com um tema que os religiosos não abrem mão, é querer não discutir coisa alguma. Qual é a base para se discutir um assunto? É a flexibilidade, é aceitar que as pessoas possam rever pensamentos e aceitar que está errado caso esteja. Agora, colocar na mesa um assunto que ninguém abre mão, é autoritarismo, é desrespeito.
A onda agora é a pessoa ser contra o aborto, não interessa em que situação a mulher foi engravidada, se foi estupro, só para citar uma situação indesejada. É possível que até quem foi vitima de estupro e precisou abortar, nesse momento é contra, digo isso, porque José Serra, quando foi ministro da saúde, assinou norma técnica autorizando o SUS a fazer aborto em situações especificas determinadas em lei. É para usar o aborto em campanha? Então vamos esclarecer que o único candidato que não só foi a favor do aborto, como autorizou que o SUS praticasse abortos, foi José Serra. Vamos parar com essa hipocrisia, precisamos discutir os problemas do Brasil que são muitos e não pautar a campanha numa nota só e inclusive determinados a não abrir mão de nada!
Se é para pautar as questões religiosas, então vamos exigir que os padres pedófilos respondam na justiça como qualquer cidadão, que eles sejam presos e não apenas se mudem de paróquias, paróquias essas muitas vezes, até melhores que as anteriores.
Vamos saber também porque certas determinações religiosas enriquecem tanto, e os fiéis empobrecem na relação inversa. A FÉ é um negócio lucrativo, onde apenas os líderes levam vantagem? Basta, temos que acabar com esse negócio que o Senhor tudo proverá desde que eu pague em dia os dízimos! Prá que Deus quer dinheiro? Para botar no bolso de falsos profetas, simples assim!

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