sexta-feira, 5 de agosto de 2011

João Pessoa comemora 426 anos de fundação

Postado em 05/08/2011 por Helio de Almeida.





É com a sabedoria da terceira cidade mais antiga do Brasil que nesta sexta-feira (5), João Pessoa, capital da Paraíba, completa 426 anos de fundação. Neste dia, quando todos os holofotes estão voltados para cada uma das pedras que calçam as ruas e ladeiras da Cidade Baixa, que contam, com a força de uma testemunha ocular, a epopeia de sua fundação e o nascer de uma civilização, a cidade comemora seu nascimento sob a égide do futuro.

Após desbravar as margens do rio Sanhauá, ocupar o Varadouro, alcançar a Lagoa do Parque Solon de Lucena e, depois da metade do século 20 chegar às praias e à zona sul, a cidade de João Pessoa, antes Nossa Senhora das Neves, sem dúvida, registrou diversos avanços até chegar a sua atual configuração. No entanto, nenhum deles se aproxima do que se tem visto na capital paraibana desde a virada do século 21, com a conquista da estabilidade econômica nacional e o ‘boom’ da construção civil.

O processo de crescimento e expansão de João Pessoa, apesar de lento em muitos momentos da história – só em 1808 alcançou três mil habitantes – hoje trilha o mesmo caminho de muitas cidades consideradas metrópoles. Hoje, com uma população de mais de 723 mil habitantes, 64 bairros, 30 quilômetros (km) de belas praias e uma área de mais de 211 mil km², João Pessoa vive uma profunda transformação nos aspectos econômicos e sociais. Para se ter uma ideia desse progresso, basta perceber o aspecto físico da cidade, que tem se modificado aceleradamente com a construção de diversos edifícios, alguns deles, considerados os mais altos do país.

O fenômeno, chamado de verticalização, segundo especialistas, é o principal sinal de metropolização da cidade. Só este ano serão entregues seis mil unidades residenciais verticais à população. Além disso, a cidade ainda cresce, a perder de vista, para a região sul e o comércio varejista também se expande, tornando muitos bairros autosuficientes no que diz respeito ao consumo e à circulação de riquezas.

No entanto, o que se questiona é quais serão os ganhos logrados pelo pessoense nos próximos anos com esse crescimento, quando na cidade as pessoas já convivem com alguns problemas típicos de metrópole, como a persistência da pobreza urbana, a carência de infraestrutura das comunidades e das vias públicas, que parecem não comportar mais o tráfego de veículos.

Para responder a tal indagação, representantes de diversos segmentos, como os da
construção civil, comércio varejista e educação, falaram ao Jornal da Paraíba e deram importantes contribuições para tornar mais compreensível o futuro que se descortina à frente do pessoense.

Otimistas com os avanços da cida de, eles acreditam que João Pessoa caminha para a melhoria de seus indicadores, a ampliação das oportunidades de trabalho, a qualidade da educação e de seu processo democrático, com a população cada vez mais reivindicadora de melhorias.

Texto originalmente escrito no Blogger Paraiba Hoje.



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Texto publicado no dia 13/07/2011 sobre a nova administração do Hospital do Trauma em João Pessoa-PB.

No Trauma: Cruz Vermelha restabelece a normalidade do atendimento e Governo identifica absurdos cometidos ao longo de várias gestões.

Cruz Vermelha desmonta cenário de tragédia e normaliza atendimento no Trauma (foto)



Apesar do tiroteio intenso de certos setores da oposição encastelados na mídia a normalidade parece ter retornado aos corredores e ambulatórios do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena da capital, com os plantões registrando movimento absolutamente tranquilo, sem o pandemônio de períodos anteriores, quando o cenário parecia de guerra ou de catástrofes da natureza, com pacientes espalhados pelo chão ou em macas entulhadas a ermo.

O segredo para se chegar a esse patamar de atendimento foi à parceria com a Cruz Vermelha cuja experiência em situações de crise é internacionalmente reconhecida e comprovada apesar da insistência em se colocar chifres em cabeça de cavalo como reclamou o governador Ricardo Coutinho.

O surpreendente por trás da crise que abalou a Saúde na Paraíba ainda está para ser revelado e deve causar perplexidade a sociedade quando os verdadeiros interesses que pautaram o movimento grevista e forçaram o Governo a decidir pela gestão pactuada chegarem ao conhecimento público.

Uma verdadeira máfia operava de branco por trás do hospital e da própria Secretária da Saúde do Estado de forma que irregularidades absurdas vinham sendo desenvolvidas ao longo de vários governos sem que as autoridades do setor mostrassem pulso para coibi-las.

De acordo com informações preliminares que o portal vem recolhendo o setor de saúde estava tomada por um poder que se sobrepunha ao do Estado e de forma tão entranhada que nem os secretários ousavam contestar.

Na expressão de um auxiliar do Governo “rolava a mais autêntica safadeza, sem que ninguém tomasse as providências”, e elas seriam conduzidas pelos homens de branco, através de suas cooperativas.

De acordo com a fonte do portal os interesses contrariados foram tantos e de forma tão contundente que a reação foi a que se viu dentro do hospital de referência da cidade, quando vidas humanas foram expostas única e exclusivamente para atender aos interesses que movimentam essas entidades médicas.

Dentre as irregularidades diagnosticadas pelo Governo do Estado havia uma farra de plantões fantasmas, onde os médicos sequer compareciam, mas recebiam. Além disso, gastos astronômicos e desnecessários e a presença na folha de funcionários que não compareciam ao serviço.

Essa mesma estrutura, de ações criminosas, fora registrado na própria secretaria de Saúde e teria sido o desmantelamento desse esquema que provocou a reação violenta das entidades médicas insatisfeitas com o processo de moralização do setor.

O Governo prepara um relatório para que sejam tomadas as providências judiciais cabíveis e os responsáveis pelo esquema de irregularidades que vinha atravessando gestões sejam penalizados.

Vai ser preciso muito sabão Omo para que as batas recuperem aquele branco que caracteriza a medicina.

Fonte: Jampa News






Uma adolescente foi encontrada morta com vários tiros na cabeça na tarde desta segunda-feira (11), na Praia de Jacarapé em João Pessoa.

A estudante Rebeca Cristina de 16 anos saiu de casa às 7h para assistir aula no colégio Militar como fazia todas as manhãs. Por volta das 12h30 a mãe sentiu falta da menina, pois ela não havia retornado da aula para casa, no bairro de Mangabeira e acionou a polícia.

De acordo com o repórter Emerson Machado da Tv Correio, Rebeca Cristina foi encontrada usando apenas calcinha em um matagal considerado área de desova em Jacarapé. Ela era entiada do Cabo Edmílson da Polícia Militar.




Uma equipe do Instituto de Perícia Científica da Capital está no local onde o corpo da adolescente foi encontrado para investigar indícios do crime. A suspeita de estupro não foi descartada.


Pollyana Sorrentino


Nosso cotidiano. Qualquer violencia é coisa inaceitável, principalmente contra cada um da gente. Apesar do "inaceitável", ela só aumenta. Problemas sociais, culpa do governo, das leis? É um conjunto e precisamos atacar cada um. Temos problemas de Estado, mas temos problemas de ordem familiar, onde cada um tem a liberdade dentro do seu lar, de fazer o que quiser, claro, que quando sair as ruas, tem que arcar com as consequencias. Temos presidios que não ressocializam, mas por que ressocializar? se alguem comete crime, tem que ser punido; temos uma ECA que protege bandido mirim, que fatalmente irá crescer e se tornar um bandido adulto pós graduado no crime. A meu ver, o problema do adolescente infrator, é um dos maiores fatores de aumento da violencia, já que em quase todos os crimes, há participação de menores. -Mas não foi ele, um adulto o usou, diz alguém. Ai é que tá, sabendo que ele apenas recebera pena socio-educativa, tanto o maior (que o usa) como o menor (que é usado), estão cometendo crimes, portanto, se o menor for punido, ele jamais assumirá um crime que não cometeu.
Helio de Almeida.