Ser covarde, é...

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quarta-feira, 30 de abril de 2014

A solução Dilma com um PT guerreiro!

Autor: Miguel do Rosário.

Reproduzo outro artigo do Nassif porque acho que ele reflete, com muita propriedade, o momento atual. E também porque gostaria de acrescentar alguns comentários. Há uma coisa estranha no ar. O desemprego nunca foi tão baixo. Nunca houve tantas obras estruturantes em andamento: refinarias, hidrelétricas, ferrovias, estradas, mobilidade urbana, aeroportos, portos, etc. A luta contra a inflação continua renhida, mas os gráficos mostram que ela tem se mantido sob controle durante toda a gestão petista. Os programas sociais nunca foram tão vastos, e com tantos recursos. Educação e saúde, que tem muito a melhorar, sempre, nunca receberam tanto dinheiro. Hoje crianças recebem material escolar, uniforme, merenda, transporte universal. Há programas estruturantes na saúde, como as UPAs, o Mais Médicos, o Brasil Sorridente. Nada disso existia há pouco tempo. Dilma ampliou profundamente os programas sociais criados por Lula. E criou novos.
No entanto, vive-se um clima pesado, negativo, de pessimismo e insatisfação, motivado, por um lado, pela ansiedade natural de uma sociedade que exige mais e mais de governos; mas também por uma verdadeira crise de comunicação, que o governo ainda parece querer domar com marketing institucional.
A ansiedade atinge o governo, mas é um fator social positivo. Afeta todas as formas de poder: governo, mídia, empresas. Os brasileiros estão mais críticos, mais desconfiados, mais exigentes. Esta é a razão da avaliação do governo cair e a oposição pouco se beneficiar nas pesquisas.
Mas a crise da comunicação, por outro lado, é fruto da despolitização do governo. A estratégia de resolver tudo via marketing não dá mais resultados para uma população que hoje desconfia da mídia e mais ainda da propaganda institucional. Não dá mais resultados hoje mostrar, por exemplo, no caso da Petrobrás, os petroleiros sorridentes embarcando numa plataforma, sob um céu magnificamente azul. Tornou-se irritante ver propagandas institucionais. As pessoas querem ver críticas, querem informação, querem debate. E o atual governo, que tem a faca e o queijo na mão, que ainda é visto, pela grande maioria, como a melhor opção dentre os postulantes ao poder, não está oferecendo isso.
A comunicação se tornou uma questão econômica. Nassif conta uma coisa que já sabíamos, mas que ele testemunhou pessoalmente nos seminários de que participa. Os empresários, que nunca ganharam tanto dinheiro, e nunca tiveram tantas oportunidades, estão pessimistas. Por que? Porque estão confusos diante do silêncio do governo, de um lado, e da balbúrdia midiática, de outro. A mídia está conseguindo produzir uma realidade paralela, uma impressão de caos, que está logrando seu objetivo: fazer o empresariado segurar investimentos, com medo, por incrível que pareça, de algum tipo de “comunismo”. A armadilha que vai se montando tem uma lógica maquiavélica. Quanto mais o governo silencia, mas a mídia logra passar a impressão de um suposto “intervencionismo” autoritário do Estado, e daí, quando o governo quiser reagir, nem que seja apenas verbalmente, esta reação será mostrada como prova de autoritarismo.
Entretanto, há saídas. O governo tem apoio de milhões de pessoas. A presidente pode reconquistar a sua popularidade em dois tempos. Basta falar olho no olho com a população, sem fórmulas de marketing, sem pose, sem artificialismos. Por que Dilma não tem um programa semanal de TV, onde conversaria com pessoas da sociedade civil para falar de suas realizações, dos desafios, dos problemas, para fazer autocríticas e cobrar do próprio governo? Todos os ministros poderiam fazer isso. Para que serve a EBC? Não é justamente para isso? Dilma conversaria com empresários, sindicalistas, trabalhadores, pessoas do movimento social, diante de todos. As redes sociais precisam ser usadas com muito mais energia pelo governo, para escutar as demandas e as críticas.
Está cada vez mais evidente que a presidenta precisa fugir da lógica opressiva da comunicação institucional, de um lado, e ter um papel protagonista da guerra da comunicação travada entre mídia e governo. Dilma tem o melhor capital possível: mesmo quem a crítica, acredita em sua integridade moral. Nos tempos de hoje, esse é um bem político primordial, sobretudo porque a oposição não tem ninguém com esse capital.
Tinha a Marinha, mas que não é candidata.
Ninguém espera que Dilma se torne um Chávez de saias e ataque a “mídia golpista” com invectivas furiosas. Que mal haveria, porém, em vermos a presidenta da república, num programa de debates no qual participariam empresários, trabalhadores, com presença talvez de alguns ministros, realizado pela EBC, rebatendo, elegantemente, o clima de pessimismo vendido diariamente pela mídia? Isto seria algum “atentado contra a democracia”?
Dilma foi sequestrada, sem disso ter consciência, por uma lógica antidemocrática em termos de comunicação. Diante da virulência da mídia, ela não fala nada, e quando o faz é dentro de moldes rígidos, em eventos de inauguração de obras, onde a vemos agradecendo governadores e fazendo aqueles velhos discursos pomposos que os políticos fazem há séculos. Ou então, em programas fúteis na grande mídia, onde assistimos, estarrecidos, a presidenta da república fazendo omeletes com Ana Maria Braga ou fazendo comentários sobre o Zorra Total com Jorge Bastos. Queremos ver a Dilma séria, durona, debatendo com a sociedade, com seus ministros, com a imprensa.
A principal lição é a eleição de 2010. Enquanto ouvia os marketeiros, Dilma começou a perder cada vez mais votos para Serra e Marina (como hoje); a virada só aconteceu quando ela foi ela mesmo e enfrentou seus adversários num debate. Eu lembro de um bar cheio de gente, todos batendo palmas, entusiasticamente, para Dilma Rousseff, num dos últimos debates na TV entre ela e Serra.
O dia em que se libertar de seus marketeiros e começar a fazer política, em público, na televisão, não através de pronunciamentos solenes, mas conversando de maneira informal com a população, ouvindo as pessoas, respondendo aos ataques, Dilma dará um cheque-mate na mídia e na oposição. A sociedade se politizará, o que é ótimo, porque é justamente o que os jovens querem: querem participar mais, querem fazer política. Neste momento, Dilma deixará de ser uma administradora honesta, esforçada e… medíocre, para se tornar uma grande estadista, admirada no Brasil e no mundo.

1º de maio, DIA DO TRABALHO.

Ato de 1º de Maio é marco contra quem deseja volta aos tempos de 'perversidade' Segundo dirigente da CUT, manifestações não unirão todas as entidades por divergências eleitorais. Tucano Aécio Neves é identificado com projeto que retirava direitos trabalhistas.
por Vitor Nuzzi, da RBA publicado 29/04/2014.
ROBERTO CLARO/SINERGIA CUT
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São Paulo – O ato conjunto de 1º de Maio de três centrais sindicais, nesta quinta-feira, representa uma disputa de projetos e particularmente a defesa de direitos trabalhistas, que estariam sob ameaça dependendo do vitorioso na eleição presidencial de outubro. Esta avaliação foi feita hoje (29), quando dirigentes de CSB, CTB e CUT se reuniram para falar da manifestação que será realizada no Vale do Anhangabaú, centro de São Paulo. A Força Sindical fará seu ato na Praça Campo de Bagatalle, zona norte da capital paulista. Unidas em torno da chamada agenda sindical, as centrais se dividem no 1º de Maio por divergências de fundo eleitoral.
"Este 1º de Maio está batizado pela disputa do projeto econômico. Só não acabará o salário mínimo se a Dilma for reeleita", pontua o presidente da CSB, Antônio Neto, referindo-se ao programa de valorização do salário mínimo, negociado ainda no governo Lula e implementado desde então.
O secretário de Relações Internacionais da CUT, João Felício, compara a situação brasileira com a da Europa, atormentada por políticas de austeridade implementadas por parte dos governos, que impõem perdas sociais aos trabalhadores. "Estamos vivendo uma era da perversidade", define. Felício vê riscos no Brasil. "Não queremos voltar ao passado, quando o movimento sindical foi colocado numa trincheira, apenas para não perder direitos. Estamos num processo de disputa da sociedade brasileira."
O dirigente lembra, especificamente, de projeto do governo Fernando Henrique Cardoso, na chamada "flexibilização" da CLT, que permitia a acordos coletivos prevaleceram sobre a legislação. O projeto chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados, mas parou no Senado e terminou arquivado em 2003, já no governo Lula. "O presidente da Câmara (em 2002, quando o projeto passou) era Aécio Neves", lembra Felício, citando o pré-candidato do PSDB à Presidência da República.
Sem inimigos
"Vamos lembrar na campanha eleitoral o papel dele", acrescenta Felício. "A cabeça dele é a cabeça do neoliberal", qualifica. O senador mineiro não foi convidado para o 1º de Maio das três centrais (CTB, CSB e CUT). Não por uma questão partidária, ressalva o dirigente da CUT, mas por seu papel na aprovação do projeto de 2002. "Não queremos dormir com o inimigo." Aécio deverá estar presente ao ato da Força.
As diferentes posições dos sindicalistas sobre a sucessão de Dilma impediram uma unificação das manifestações, avalia o presidente da CUT de São Paulo, Adi dos Santos Lima. "Houve um esforço muito grande de todas as centrais para fazer um 1º de Maio unificado", afi1maiormou. No caso da Força, a divergência se dá porque a central levará pré-candidatos com projetos diferentes dos defendidos pela CUT, ao lado de CTB e CSB. "Não vamos jogar pedra em ninguém. O que não deu unidade foi a questão eleitoral."
As principais centrais do país seguem coesas em atividades que envolvam a chamada agenda trabalhista, discutida há anos com o governo e com o Congresso. Em 9 de abril, fizeram uma marcha pelo atendimento de suas reivindicações e hoje, por exemplo, estão em Brasília para uma reunião com o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
"O problema dessas bandeiras (trabalhistas) está mais no Congresso do que no conjunto do governo", diz Neto. "Não negamos os aspectos positivos do ciclo de mudanças iniciado por Lula e seguido por Dilma", acrescenta o presidente da CTB, Adilson Araújo, que identifica, no entanto, "dívida" do Executivo com o movimento sindical em relação à pauta, que inclui redução da jornada de trabalho e fim do fator previdenciário, entre outros itens.
Eleições.
No processo eleitoral, os dirigentes já vêm manifestando posições divergentes. CUT, CTB e CSB fazem críticas ao que chamam de falta de diálogo do governo, mas seus comandos manifestam-se majoritariamente pela reeleição de Dilma. No caso da CTB, seu presidente, Adilson Araújo, do PCdoB, considera a manutenção da presidenta no Palácio do Planalto "a quarta vitória do povo brasileiro", contando as duas eleições de Lula. Mas há dirigentes da central também vinculados ao PSB, do pré-candidato Eduardo Campos.
A CGTB, de Ubiraci Dantas de Oliveira, o Bira, deixou de apoiar o governo, mas seu presidente admitiria apoio no caso de o candidato ser Lula. A Força já se posicionou no campo da oposição. Na UGT, o presidente da entidade, Ricardo Patah, apoia Dilma. Ele deverá participar de diferentes atos relativos ao Dia do Trabalho. Ontem e hoje, a UGT organizou um seminário sobre sindicalismo em parceria com o Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Para os dirigentes, tão importante quanto a eleição presidencial é a renovação de cadeiras no Parlamento. "O grande problema da classe trabalhadora é a correlação de forças no Congresso", observa Antônio Neto, da CSB. "A correlação é desfavorável", ratifica João Felício, da CUT.
Uma reforma na área de comunicação é outro foco do 1º de Maio deste ano. Para Adi, o país tem uma "democracia incompleta" à medida que existe um monopólio no setor. "No dia da marcha (em 9 de abril), colocamos 50 mil nas ruas e um jornal disse que tinha 600 pessoas. Esse jornalismo não é sério", criticou. Ele enfatizou que as mudanças não apontam para restrições, mas para a ampliação dos veículos de comunicação, a fim de dar voz a mais setores sociais.
Felício chamou a atenção para o número de articulistas e alguns pré-candidatos que apontam, segundo ele, para um possível retorno de propostas conservadoras, com retirada de direitos, em nome da competitividade. "É impressionante como o neoliberalismo está presente na imprensa brasileira."

domingo, 20 de abril de 2014

F1-Impecável, Hamilton conduz Mercedes para quarta vitória em 2014 na China. Massa vive dia tumultuado e é 15º

Lewis Hamilton passeou neste domingo (20) em Xangai. Sem dar qualquer chance aos rivais, o inglês conduziu o W05 #44 de forma absolutamente tranquila à terceiro vitória consecutiva em 2014, reduzindo para quatro pontos a diferença que ainda o separa do líder Nico Rosberg, que terminou em segundo. Fernando Alonso completou o pódio. Em meio a muitas atrapalhadas da Williams nos boxes, Felipe Massa cruzou a linha de chegada em 15º
WARM UP
EVELYN GUIMARÃES, de Curitiba

Foi um passeio anunciado, na verdade. Depois de dominar a classificação, Lewis Hamilton foi impecável em Xangai neste domingo (20) e recebeu pela terceira vez consecutiva em 2014 a bandeirada na linha de chegada como vencedor. Também foi a quarta vitória dessa fantástica Mercedes na temporada. Que ainda viu uma nova dobradinha, com Nico Rosberg em segundo. Agora, os prateados lideram o campeonato com folgados 154 pontos. O alemão continua líder, é bem verdade, mas Lewis já vem quatro pontos atrás, na vice-liderança da tabela.
O último lugar do pódio ficou com Fernando Alonso, na estreia do novo chefe de equipe, Marco Mattiacci, que tirou os óculos escuros para entender como a banda toca na garagem vermelha. Foi o primeiro pódio dos italianos neste ano, curiosamente. Daniel Ricciardo foi novamente melhor que o companheiro de Red Bull, Sebastian Vettel, e chegou em quarto, dando um calor no espanhol ferrarista. O tetracampeão completou a lista dos cinco primeiros.
Felipe Massa viveu um dia para esquecer na prova chinesa. O brasileiro bateu em Alonso ainda na largada, depois teve um primeiro pit-stop conturbado na parte inicial da prova. Como desgraça pouca é bobagem, a Williams também conseguiu se atrapalhar na segunda parada, invertendo os pneus traseiros. No fim, Felipe conseguiu cruzar a linha em 15º.
VEJA COMO FOI O GRID DE CHEGADA.

domingo, 6 de abril de 2014

F1 - Hamilton vence disputa com Rosberg em corrida espetacular no Bahrein. Pérez vai ao pódio e Massa é 7º

Que corrida, senhores, que corrida! Lewis Hamilton segurou Nico Rosberg e seus pneus macios até o fim para uma vitória magnífica em Sakhir. Sergio Pérez foi terceiro ao ganhar a batalha com o companheiro Nico Hülkenberg. Daniel Ricciardo bateu Sebastian Vettel e Felipe Massa, Valtteri Bottas. Mas escrevendo assim, parece que foi simples...
Aquela F1 que se viu na Austrália e na Malásia, esqueçam por um momento. O domingo (6 ) no Bahrein estava em estado de graça e recebeu uma das melhores corridas dos últimos tempos, inefável em seus predicados. As brigas se sucederam de cabo (Mercedes) a rabo (o resto). Entre a dupla que destoava no resto, deu Lewis Hamilton numa disputa magnífica; o outro lugar no pódio, no vaivém das táticas, premiou o mexicano Sergio Pérez.
O que importa: teve disputa intensa entre os líderes Hamilton e Rosberg, entre Felipe Massa e Valtteri Bottas — sem que a equipe desse um piu pelo rádio, entre Nico Hülkenberg e Pérez, entre as Williams e as Force India, e, mais atrás, as Red Bull com as Ferrari – que se arrastavam na pista e deixavam Luca di Montezemolo nos boxes com a feição da derrota.
O que importa, parte 2: a F1 testou a segurança de seus carros quando Pastor Maldonado deu em Gutiérrez no cotovelo da curva 1 e fez o mexicano da Sauber capotar lindamente. E se a categoria agora distruibui pontos na carteira, que a CET dos comissários coloque uns 10 pontos de multa para o venezuelano, que voltou aos seus velhos tempos de Pica-Pau de polainas louco.
Daniel Ricciardo talvez merecesse um lugar no pódio. O que o moleque fez hoje não tá em gibi nenhum na Austrália. Foi para cima de todo o bolo partindo em 13º, passou Sebastian Vettel com autoridade, depois Hülkenberg e ficou em quarto. O alemão, por sua vez, foi grande ao se segurar em sexto no fim da prova do ataque de Massa – que tinha de se preocupar com Bottas. Fernando Alonso e Kimi Räikkönen vieram atrás.
Na verdade, fosse a F1 mais informal, chamaria todo mundo para ir ao pódio. Todos merecem aplausos.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Nunca antes neste país o PSDB sofreu uma CPI

Acostumados a não sofrerem nenhum tipo de CPI, os governos dos PSDB em São Paulo e Minas, além do Governo do PSB em Pernambuco, agora vão sofrer por parte do Senado Federal sua primeira CPI. A base aliada do Governo Federal conseguiu juntar assinaturas suficientes para promoverem essa investigação, pois pairam nesses governos, suspeitas de desvio de dinheiro, pagamento de propinas, super faturamentos nesses estados com dinheiro público advindo da esfera federal. É a primeira vez, que em vinte anos de PSDB em São Paulo e 12 anos de PSDB em Minas que esses estados sofrerão investigação, pois, nos Estados em questão, a base aliada nunca permitia qualquer investigação.
Em relação a Pernambuco é uma resposta que a base aliada dar a Eduardo Campos depois que ele rompeu com o Governo de Dilma Roussef e assinou o pedido de CPI da Petrobrás da oposição.
Na verdade, o CPI da base aliada é a prova de que o governo não teme investigação, pois durante o Governo Lula, foram realizadas nada mais nada menos que 24 CPIs até o ano de 2009 nas véspera de uma eleição presidencial, além do julgamento do mensalão às vésperas das eleições para prefeito em 2012.
A segurança que tem o governo federal, o mesmo nao pode ser dito do PSDB, pois o PSDB sempre saiu ileso de qualquer tentativa de pedidos de CPIs e não foi por falta de motivo, sempre pela força de que os seus governos detêm.
Está ai, na terça feira, saberemos como se darão as instalações das CPIs, se uma, agregada com o pedido da base aliada, ou as duas funcionando individualmente, ou se nenhuma, já que é possível isso acontecer, uma vez que Renan Calheiros jogou para a CCJ a decisão das instalações das CPIS.