Ser covarde, é...

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sábado, 26 de julho de 2014

Na Paraíba, Dilma amplia liderança com 47,4%.

Pesquisa para presidente traz Dilma com 47,4%, Campos com 12,9% e Aécio com 12,6% Números foram exibidos no 'Jornal da Correio', às 20h, pela TV Correio HD.
Dilma, Eduardo e Aécio.

O Sistema Correio de Comunicação divulgou, na noite desta sexta-feira (25), a primeira pesquisa eleitoral Correio/Souza Lopes, após os registros de candidatura na Justiça Eleitoral para disputa pela Presidência da República. A pesquisa foi exibida na edição do 'Jornal da Correio' e revelou os seguintes dados de intenções de votos:
Dilma Rousseff (PT) lidera com 47,4%, seguida por Eduardo Campos (PSB), com 12,9%, logo à frente de Aécio Neves (PSDB), que aparece com 12,6%. Em quarto lugar vem o Pastor Everaldo (PSC), com 1,1%, acompanhado por José Maria (PSTU), com 0,5%. Um pouco atrás surge Luciana Genro (PSOL), com 0,3 % e Eduardo Jorge (PV), com 0,2%, empatado com Rui Costa Pimenta (PCO), também com 0,2%. Somando apenas 0,1% cada, estão José Maria Eymael (PSDC), Levy Fidélix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB). Ninguém/Brancos/Nulos somaram 11,7%.
Não sabem ou não opinaram 12,9%.
Foram realizadas 1500 entrevistas com eleitores do Estado da Paraíba no período de 19 a 22 de julho de 2014, considerando um erro amostral máximo de 2,6 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada no TRE-PB sob o número: PB 00013/2014 - 20/07/2014 e no TSE sob o número: 00244/2014 - 20/07/2014

domingo, 20 de julho de 2014

F1-Rosberg vence de ponta a ponta, Hamilton se recupera e vai ao pódio e Massa capota na Alemanha

F1

Massa capota
Após acidente de Felipe Massa marcar o começo da corrida, o restante ficou por conta da atuação da Hamilton, saído da vigésima colocação, e da vitória sem maiores problemas de Nico Rosberg
WARM UP, DE HOCKENHEIM
EVELYN GUIMARÃES, de Hockenheim
PEDRO HENRIQUE MARUM, do Rio de Janeiro
O GP da Alemanha terminou da forma que largou, em termos de dianteira: Nico Rosberg saiu na frente, se beneficiou de ter carro muito melhor que todos nas nove filas seguintes e abriu, foi embora, mal apareceu na transmissão. Venceu tranquilamente e aumentou a liderança no campeonato.
Em seguida, Valtteri Bottas se garantiu com sufoco. A corrida fantástica de Lewis Hamilton culminou com a briga duríssima entre a Williams #77 e a Mercedes #44 durante as últimas voltas. Mas o finlandês resistiu, bateu o pé e segurou o vice-líder do campeonato, que completou no terceiro posto.
Outra disputa acirrada veio entre as posições quatro e cinco, com Sebastian Vettel cruzando menos de um décimo na frente de Fernando Alonso. Daniel Ricciardo seguiu, na sexta colocação.
Nico Rosberg conseguiu mais uma vitória na temporada (Foto: Getty Images)
Nico Hülkenberg completou em sétimo, seguindo sua escrita de pontuar em todas as corridas de 2014, assim como Alonso. As duas McLaren, Jenson Button e Kevin Magnussen, vieram na sequência, com Sergio Pérez completando o top-10.
Felipe Massa ficou pelo caminho na primeira curva, após tentar evitar problemas com Bottas e acabar tocado por Magnussen. O piloto da Williams acabou capotando e fora da disputa.
Confira como foi o GP da Alemanha de F1 neste domingo:
Depois de uma forte chuva que desabou sobre Hockenheim durante a manhã deste domingo (20), a largada para o GP da Alemanha aconteceu com pista seca, mas sob temperaturas bem mais amenas do que as registradas nos últimos três dias. 25ºC apontava o termômetro. No asfalto, a temperatura era de 33. A hora que antecedeu ao início da etapa germânica também foi marcada por certo drama. A Mercedes precisou trocar a caixa de câmbio de Lewis Hamilton, que perdeu cinco posições no grid. A equipe, entretanto, saiu ilesa de punições quanto à troca de fornecedor do disco de freio, e Lewis pôde sair dos boxes. Mesma sorte não teve Marcus Ercisson, que largou mesmo do pit-lane.
Quando as luzes se apagaram no histórico circuito alemão, o pole Nico Rosberg saiu muito bem da posição de honra e com tranquilidade contornou a primeira curva. Valtteri Bottas também partiu com segurança, se colocando à frente de Felipe Massa, que tentou manter o terceiro posto, mas, na aproximação da primeira curva, o brasileiro foi tocado por Kevin Magnunssen. Massa acabou capotando por causa da batida. O piloto saiu ileso do carro e precisou novamente abandonar uma prova ainda na primeira volta. Ruim também foi para Daniel Ricciardo, que teve de sair da pista para evitar uma colisão com Massa. O australiano caiu para o 14º posto.
O incidente, claro, provocou a entrada do safety-car. A ordem no momento era: Rosberg, Bottas, Sebastian Vettel, Fernando Alonso, Nico Hülkenberg, Daniil Kvyat, Jenson Button e Sergio Pérez.
Magnussen não esperou muito e foi logo aos boxes, para trocar a asa dianteira em função da colisão com Felipe. O dinamarquês aproveitou e já mudou os pneus para os macios.
O carro de segurança liberou a pista na abertura da terceira volta. Rosberg permaneceu na liderança, trazendo consigo Bottas, Vettel, Alonso, Hülkenberg, Button, Pérez, Kvyat, Daniel Ricciardo e Kimi Räikkönen. Lewis Hamilton era apenas o 17º.
Enquanto Rosberg abria distancia para Bottas, alguns incidentes movimentavam o pelotão intermediário. Na luta pelo sétimo posto, Kvyat e Pérez se tocaram na curva 8. Pior para o russo, que rodou e voltou à pista apenas em 16º.
Um pouco mais atrás, Hamilton cumpria a palavra e já partia para cima dos adversários sem muita paciência. Com dez voltas, o inglês já estava brigando com Räikkönen (oitavo) e Ricciardo (nono). E, de tanto tentar, o campeão de 2008 acabou passando os dois em uma única manobra no hairpin, com direito a um leve toque em Kimi. Uma das ultrapassagens mais bonitas dos últimos tempos, sem dúvida.
Aí começou a janela de troca de pneus. Alonso, que vinha em quarto, foi o primeiro a parar entre os ponteiros. Isso na final da volta 12. Duas passagens depois, foi a vez de Vettel. Ambos voltaram à pista com pneus macios. Quando deixou os boxes, o tetracampeão se viu em uma disputa com Räikkönen e Alonso, que voltara um pouco antes dos pits. Na luta, Seb levou a melhor ao passar as duas Ferrari. O espanhol veio na sequência e também superou o finlandês.
Líder da prova, Rosberg foi aos boxes na volta 15. Na pista, o negócio continuava agitando, com Hamilton passando todo mundo que entrava em seu caminho. Aí o inglês se viu em segundo depois dos pit-stops. Mas não conseguiu mandar por muito tempo a posição. De volta dos boxes, Bottas superou o britânico.
Então, só para colocar ordem, a sequência com 20 voltas era: Rosberg, Bottas, Hamilton, Vettel, Alonso, Hülkenberg, Button, Ricciardo, Magnussen, Vergne, Pérez, Räikkönen, Grosjean, Sutil, Maldonado, Gutiérrez, Kvyat, Bianchi, Kobayashi, Chilton e Ericsson. Apenas Hamilton e Grosjean permaneciam sem paradas.
Depois de Lewis, foi a vez de Kimi protagonizar diversas ultrapassagens. Primeiro, o finlandês superou Pérez, depois Vergne e, em seguida, Magnussen, para se colocar em nono. Ao mesmo tempo, Grosjean finalmente ia aos boxes. O francês da Lotus voltou com os pneus supermacios na volta 26. Uma passagem depois, a Mercedes chamou Hamilton. O inglês, de novo com pneus macios, voltou em oitavo. Já Grosjean encerrou sua participação ao parar na curva 2.
Em sua cruzada para alcançar o líder, Hamilton tratou logo de passar de novo por Ricciardo e saltar para sétimo. Uma volta depois, o britânico já ficou na cola de Button. Os dois chegaram se tocar no hairpin na luta pela sexta posição. A batida danificou a asa dianteira esquerda do piloto da Mercedes. Mas isso não impediu de passar o antigo companheiro de equipe. O próximo da lista era Hülk. Não demorou a ser superado por Hamilton, que se torna o quinto.
Jenson, então, foi logo aos boxes na sequência na volta 32. Um giro mais tarde, Alonso foi novamente aos pits. Aí veio Vettel. E o que aconteceu? Sim, isso mesmo, os dois se encontraram na pista novamente em uma reedição de Silverstone, com Fernando atrás de Seb. Só que desta vez o espanhol passou e conseguiu se manter à frente do alemão. Outros foram aos pits neste meio tempo.
Lá na ponta, Bottas parou no giro 41, para buscar os pneus macios. Liderando com tranquilidade, Rosberg veio uma passagem depois. E também usou o mesmo expediente do finlandês. Aí foi a vez de Hamilton parar de novo. O inglês, que vinha em segundo por conta das paradas, botou os supermacios e voltou em quinto, atrás de Rosberg, Bottas, Alonso e Vettel. Button, Hülkenberg, Ricciardo, Magnussen e Räikkönen fechavam os dez.
A ordem foi alterada novamente porque o alemão da Red Bull decidiu parar, colocou os compostos de risca vermelha e voltou em sexto, atrás de Button. Enquanto isso, Lewis descia a bota com os vermelhos e era o cara mais rápido da pista. Por isso, não teve problemas em passar Alonso.
Nesse meio tempo, a Toro Rosso de Kvyat apareceu em chamas no hairpin. Tudo bem com o russo. Mas ele não gostou nada, nada do abandono forçado. Pouco depois, Adrian Sutil rodou na entrada da grande reta e por lá ficou. Os fiscais tiveram de correr para tirar a Sauber do alemão dali. Nada de safety-car, apenas bandeira amarela no local.
Na pista, Rosberg já tinha 17s de vantagem para Bottas, que, por sua vez, vinha 10s à frente de Alonso. Quarto, Hamilton estava pouco mais de 5s atrás do espanhol. Vettel, Button, Ricciardo, Hülkenberg, Maldonado e Magnussen completavam o top-10.
Sebastian Vettel e Fernando Alonso (Foto: AP))
Foi então que a Ferrari chamou Alonso pela última vez. O espanhol botou os pneus vermelho e voltou em sétimo, logo atrás de um duelo entre Button e Ricciardo. O australiano superou o inglês, que perdeu posição para o bicampeão.
Com dez voltas para o fim, Rosberg permanecia na liderança, à frente de Bottas, Hamilton, Vettel, Ricciardo, Alonso, Button, Hülkenberg, Magnussen e Pérez.
Dois duelos movimentaram as voltas finais. Ricciardo e Alonso pelo quinto posto. E Bottas e Hamilton pela segunda posição.
Depois de uma briga dura, o espanhol conseguiu passar o australiano e se fincou em quinto. Já Hamilton penou mais. E não conseguiu superar o rápido finlandês da Williams, que garantiu o terceiro pódio consecutivo com a segunda posição.
Hamilton fez uma grande corrida de recuperação e deu um espetáculo à parte com lindas e arrojadas ultrapassagens. De quebra, o inglês ainda conseguiu minimizar o revés do acidente deste sábado. Vettel, Alonso, Ricciardo, Hülkenberg, Button, Magnussen e Pérez completaram a lista dos dez primeiros.
No fim, Rosberg fez o que tinha de fazer e garantiu a quarta vitória de 2014, sem ser incomodado por ninguém em nenhum momento. A liderança continua em suas mãos e agora soma 190 pontos.
A próxima etapa da F1 acontece já na próxima semana, no travado circuito de Hungaroring, na Hungria, corrida que o GRANDE PRÊMIO cobre ‘in loco’.
Veja como está o campeonato até o quarto lugar e quando será a próxima corrida.

sábado, 19 de julho de 2014

PLANALTO SUSPEITA DE FALHAS NA PESQUISA DATAFOLHA

Pesquisa divulgada na quinta-feira 17 foi recebida "com espanto e até com indignação" pela área de Comunicação do governo da presidente Dilma Rousseff, afirma blogueiro Eduardo Guimarães; Planalto aponta, segundo ele, que não houve oscilações da petista no primeiro turno em pesquisas internas encomendadas pelo governo ao instituto Vox Populi, que mostrou a presidente sempre em torno dos 40%; já no Datafolha, a candidata aparece com 37% em maio, 34% em junho, 38% no início de julho e 36% na pesquisa de ontem; outra observação é de que não teria lógica o candidato do PSDB, Aécio Neves, ficar estacionado no primeiro turno e ganhar 20 pontos percentuais no segundo enquanto Dilma só ganha 8 pontos

Por Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania
A recém-divulgada pesquisa Datafolha sobre a sucessão presidencial foi recebida com espanto e até com indignação pela área de Comunicação do governo Dilma Rousseff. Essa é a avaliação da citada pesquisa que esse setor governamental fez ao Blog em conversa telefônica nesta sexta-feira (18).
Em primeiro lugar, o governo tem pesquisa privada concluída na quinta-feira (17) pelo instituto Vox Populi – que faz pesquisas rotineiramente para o PT. Segundo essa pesquisa, Dilma teria 43,8%; Aécio Neves, 19%; Eduardo Campos, 8,7%; pastor Everaldo, 3%. Votos em branco e nulos somariam 22%.
No Datafolha, Dilma aparece com 36%, Aécio com 20%, Eduardo com 8% e pastor Everaldo com 3%; bancos e nulos somam 13% e indecisos, 14%.
Vale esclarecer que, na conversa com a Comunicação do governo, alguns fatos foram passados pela fonte em questão e outros foram submetidos a ela pelo blogueiro e receberam sua concordância.
Em primeiro lugar, as pesquisas que vêm sendo feitas pelo governo praticamente não sofreram variação ao longo dos últimos meses.
Em junho, por exemplo, o Datafolha chegou a dar 34% para Dilma

Já em julho, o Datafolha apurou 38% para Dilma – e atribuiu a subida ao entusiasmo com a Seleção brasileira de futebol, então com esperanças de conquistar a Copa de 2014, e à boa organização do evento.
O governo, porém, diz que seu acompanhamento das pesquisas ao longo dos últimos meses mostrou que a presidente vem mantendo ao redor de 40% de intenções de voto. Às vezes um pouco mais, às vezes um pouco menos. Essas oscilações no primeiro turno, segundo o governo, não aconteceram nas pesquisas privadas feitas pelo Vox Populi para o PT.
Mas é sobre o segundo turno que a pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira (17) derrapou mais, na visão do governo Dilma. Segundo a fonte consultada, "não tem lógica Aécio ficar estacionado no primeiro turno e ganhar 20 pontos percentuais no segundo enquanto Dilma só ganha 8 pontos".
Independentemente da avaliação do governo, este blog comparou com a eleição de 2010 alguns dados da última pesquisa Datafolha que ganharam grande destaque nas manchetes com a aparente finalidade de destacar aspectos ruins para Dilma.
Dois pontos da pesquisa ganharam grande destaque na mídia: rejeição a Dilma e "empate técnico" entre ela e Aécio no segundo turno.
Comecemos pelo 2º turno. No post anterior, o Blog divulgou que não há muita diferença nas intenções de voto do candidato petista, do tucano e do (s) candidato (s) da terceira via no primeiro turno – ao menos em relação às três últimas eleições presidenciais.
Veja o gráfico, abaixo.
Agora, a mesma pesquisa foi feita pelo Blog em relação ao segundo turno de 2010. Os institutos que apuraram os números que figuram no gráfico abaixo foram Datafolha, GPP, Ibope, Sensus e Vox Populi.
Notem que Serra chegou a ficar em empate técnico com Dilma em pesquisa Sensus com "campo" entre 11 e 13 de outubro de 2010. Naquela pesquisa, Dilma apareceu com 46,8% e Serra com 42,7% – ou seja, ambos poderiam ter 44,8%, pela "margem de erro".
Em julho de 2010, pesquisa Datafolha com "campo" entre os dias 20 e 23 mostrava Dilma com 46% e Serra com 45%. A situação no segundo turno era mais difícil naquele ano do que hoje, para Dilma.
Mas o dado mais surpreendente refere-se à taxa de rejeição de Dilma, que a mídia e a oposição estão martelando. Segundo esse grupo oposicionista-midiático, "nenhum candidato se elege com rejeição de 35%".
Bem, aí vai uma má notícia para os torcedores de Aécio Neves – Eduardo Campos não importa: segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada em outubro de 2010, Dilma venceu aquela eleição com 35,4% de rejeição; Serra tinha 37,5%.
Contudo, o pior – para Aécio Neves – vem agora. O grande trunfo do candidato tucano hoje, apesar do que diz a mídia tucana, é ele ainda não ser muito conhecido. Segundo essa mídia, ao se tornar mais conhecido Aécio tende a crescer. Os fatos, porém, insinuam que pode ser o contrário.
Há um fator que este Blog explicou no post Datafolha e o beijo da morte de FHC, publicado em 6 de junho passado. O texto relatou dado daquela pesquisa em que o Datafolha mostrou Dilma com apenas 34%, no mesmo mês de junho. A mídia escondeu o dado, mas isso não fez com que sumisse.
Para explicar, transcrevo, a seguir, informação sobre a pesquisa Datafolha de junho escondida lá no finzinho da reportagem da Folha de São Paulo intitulada Joaquim Barbosa é o segundo mais influente da eleição (6/6/2010):
"(...) os que 'com certeza' optariam por alguém [um candidato a presidente] sugerido por FHC são 12%. No caso do tucano, o destaque é a sua influência negativa: 57% dizem que não votariam em alguém apoiado por ele, o campeão por esse critério [de influência no voto do eleitorado]".
Quando a campanha de Dilma tiver acesso ao horário "gratuito" no rádio e na televisão, a rejeição de Aécio deve subir muito. E como essa rejeição a FHC já atravessa muitos anos (mais de uma década), dificilmente terá mudado.
Aliás, hoje só a oposição fala, através da grande mídia. Com o horário eleitoral, todos irão falar. Inclusive Dilma, de quem a mídia só reproduz as palavras que interessam à oposição.
Mas voltando ao "beijo da morte de FHC", vale lembrar que ninguém vence eleição com 57% de rejeição. É estatisticamente impossível. E mesmo que Aécio – como Serra em 2002 e 2010 e Geraldo Alckmin em 2006 – esconda FHC, é óbvio que a campanha de Dilma não vai deixar. Muitos ainda não sabem que Aécio é o candidato de FHC. Mas vão saber.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A ética do guerreiro e do cortesão, no episódio Dirceu

A ética do guerreiro e do cortesão, no episódio Dirceu

Por Luis Nassif.
Desde o teatro grego, dois personagens opostos foram consagrados: o guerreiro e o cortesão. Para cada qual, a dramaturgia criou uma ética própria.
Para os guerreiros, os combates a peito aberto, a luta limpa, o respeito pelo adversário, especialmente pelo adversário caído, a intolerância às manobras de bastidores. Para os cortesãos, as jogadas oportunistas, os métodos sibilinos, sorrateiros, as jogadas calculadas e interesseiras.
Foi assim com César e os senadores romanos, com a saga de D’Artagnan e os Três Mosqueteiros, com a dicotomia entre Ricardo Coração de Leão e João Sem Terra.
Na maioria das vezes, o perfil cortesão era assumido por intelectuais da corte ou políticos, ambos se igualando nas manobras de bastidores; o perfil guerreiro, pelos comandantes.
Nesse início de eleições, há uma peça de teatro grego no ar, a prisão e o desterro político de José Dirceu, o maior dos generais do PT, e a luta penosa para livrá-lo de um juiz carrasco. Finalmente, sua saída da prisão, abatido, envelhecido mas mantendo o porte ereto.
Duas manifestações de adversários me chamaram a atenção
Bolívar Lamounier é um cientista político que experimentou o auge em fins dos anos 80, quando foi dos primeiros a se dar conta de um novo personagem que surgia no horizonte político: a opinião pública midiática.
Depois disso, logo tornou-se um intelectual orgânico firmemente ligado ao PSDB, como tantos outros intelectuais de peso, como Boris Fausto. Com uma diferença. Boris jamais abriu mão do rigor acadêmico, jamais fez concessões à selvageria exigida pelos grupos de mídia para ganhar visibilidade. Bolívar seguiu caminho inverso, dos intelectuais que abrem maos de teses iluministas para atender ao clamor da turba.
É dele as seguintes declarações referindo-se à saída de Dirceu da Papuda para exercer o direito assegurado por lei de trabalhar fora:
“Nem nos tempos das prisões políticas, os presos tiveram regalias como as que estão tendo José Dirceu”.
Não se sabe bem o que ele fazia nos tempos da ditadura. Naqueles tempos os presos saíam mortos. Talvez fosse essa a isonomia pregada pelo nosso intelectual iluminista.
“— É um deboche claro. A maioria dos presos brasileiros vive em condições sub-humanas. O próprio ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse que as prisões brasileiras mais parecem masmorras medievais, muito longe da situação vivida por Dirceu. Não podemos esquecer que o ex-ministro foi condenado por corrupção, o que é um crime grave e teria que estar recebendo a punição de forma exemplar, sem privilégios”.
Bolívar ignorou toda a teoria iluminista, os avanços civilizatórios consagrados desde a revolução americana e considerou privilégio o réu ter direitos. Para a turba, isonomia consiste em tratar todos sem direito algum.
Até hoje, não vi nenhum intelectual sério, que se dá o devido respeito, endossando selvagerias dessa ordem.
Aloyzio Nunes é o político guerreiro. É o principal senador da oposição, sem gastar saliva em bobagens como Álvaro Dias, sem fazer uma representação por hora, como Carlos Sampaio, sem ficar na nota só das agressões, como Roberto Freire.
Ele fala de Dirceu e faz oposição ao mesmo tempo.
Não renega seu passado de guerrilheiro nem a amizade com Dirceu:
“Somos amigos desde os tempos da faculdade. Eu não renego um amigo. Sou amigo até hoje do Dirceu”, disse o tucano, para quem “divergência política é uma coisa” e amizade, outra.
Tem a devida solidariedade de guerreiro em relação ao adversário caído:
A imagem do amigo envelhecido e abatido em seu primeiro dia de trabalho fora da Papuda o impressionou. “Cadeia é uma merda, é um horror, aquele cheiro de creolina”, observou.
Mas não abre mão do discurso político:
Aloysio não acredita que tenha havido abuso no julgamento do Supremo Tribunal Federal. “O Zé é um cara disciplinado, inteligente, uma pessoa calorosa. Lamento muito sua situação. A prisão é sofrida. À maneira dele está fazendo o que acha que é certo para o Brasil. Eu discordo. Ele teve toda oportunidade de se defender.”
E dá a fórmula civilizada (e eficaz) para a oposição política:
“O ataque é contraproducente, acaba ricocheteando. Não precisa atacar o governo do PT. Os pontos frágeis do governo Dilma são muito visíveis, muito sentidos pela população, os preços, o endividamento das famílias, a baixa qualidade de emprego, a diminuição do ritmo de criação de empregos, o mau serviço público, a incerteza do amanhã.” Para Aloysio, não há mais grandes embates ideológicos. “O que existe são propostas para melhorar o Brasil. O Aécio tem credibilidade de sobra para propor isso.”
Aí me lembrei, logo após a vitória de Dilma, em 2010, José Dirceu comentando a reação de seu adversário José Serra – em vez de um discurso de aceitação da derrota, uma conclamação à luta. Em vez de condenar o adversário, Dirceu manifestou admiração pelo seu espírito de luta.
Os guerreiros sabem se respeitar.

domingo, 6 de julho de 2014

História de seios, peitos e mamilos.


Todo homem adora um belo par de seios, certo? Mas será que todos sabem o que fazer com eles?
Sim, porque o que tem de mulher que reclama que de homens que não sabem "brincar" direito com algo que a natureza lhes deu de tão belo, não é brincadeira.
Tem homem que é tão ignorante em relação ao prazer feminino, que acha que pode fazer uma mulher subir pelas paredes se apertar seus seios como se fossem buzinas. Não tem nada a ver, pessoal! Se ela subir pelas paredes vai ser de dor! Gente, os seios são tão sensíveis que uma apalpada mais forte pode causar lesões!
Mulher que sente prazer ao ter seus seios socados, torcidos, e espremidos, só existe nestas fitas de filme pornô, ou é masoquista!
E aqueles chupões que os caras dão, como se quisessem engolir os seios das meninas? Tem uns que além de ligarem a "máquina de vácuo", arreganham tanto a boca que, se bobear, alcançam os mamilos da garota com o gogó! E não é de estranhar se ela olhar para aquilo e ficar apavorada: "Meu Deus! Ele vai me engolir!"
Sem contar que na maioria das vezes, quando o homem escancara a boca iguais aquelas cobras engolindo ovo, ele acaba por machucar seu anjinho com os dentes!
Em relação aos dentes é preciso redobrar os cuidados. No máximo o que elas gostam é de mordiscadinhas bem suaves, quase sem nenhuma pressão. Mas tome cuidado: ralar os dentes nos mamilos pode cortar todo o barato!
Outra coisa que elas odeiam é quando o cara não faz a barba direito e esfola o colo dos seios com o "arame farpado".
Seios são duas coisinhas frágeis e delicadas que merecem o dobro da atenção na hora de fazer um movimento mais brusco. E entre os descuidos que elas mais reclamam, as cotoveladas são campeãs. Mas tem coisa pior, como o cara se apoiar neles na hora de mudar de posição na cama.
E por mais que peça desculpas, dificilmente uma mulher ficar à vontade com um homem que acha que seus seios servem de apoio para os braços!
Poucas são as mulheres que não perdem o humor quando um Zé Ruela já vai metendo as mãos no meio do decote, puxa os seios para fora do sutiã e já vai se servindo! O que é isso, pessoal? É preciso ser delicado e saber esperar o momento certo para acariciá-los. E tem que pega-los com carinhos, retirar com jeito de dentro do sutiã, jamais se esquecendo de admirá-los! Sim, meu caro, antes de qualquer coisa é muito importante fazer um elogio, ou até mesmo ficar embasbacado, sem voz diante de tão formosa maravilha.
Mas veja lá o que vai falar, hein!? Nunca se refira a eles como: "Nossa, mas que tetões maneiros, gata!"
Isto é uma grosseria capaz de brochar qualquer mulher! O certo é sempre chamá-los pelo nome: seios! Tudo bem que algumas mulheres até achem bonitinho serem chamados de peitos, peitinhos, mas tetões ou peitões nunca!
Nunca comece suas carícias pelos seios, isto pode deixá-las assustadas e decepcionadas - e ainda podem achar que você é do tipo que não gosta de perder tempo. O famoso fominha, lembra?
Vá esquentando a garota com todo tipo de carinhos, e só depois que sentir que ela está pronta para carinhos mais íntimos, abra sua blusa bem devagar, botão por botão, de preferência com os dentes. O quê? Não sabe abrir botões com os dentes? Então treina que é o maior barato!
Se ela estiver com camiseta, enfie as mãos por trás e solte seu sutiã, deixando que os mamilos entrem em contato com o tecido. Vai por mim: muitas mulheres adoram quando o tecido resvala levemente nos bicos. Depois vá passando as mãos por cima bem devagarzinho, até sentir que ela está pegando fogo.
Quando tocar seus seios nunca vá direto aos mamilos, deixe-os para o final. Use toda a mão para acariciar bem de leve os seios de seu anjinho, e só depois toque os mamilos com as pontas dos dedos. Vá dando leves toques, dedo por dedo, bem na pontinha, então apalpe todo o seio, usando as palmas das mãos para roçá-lo beeeem de leve!
Use a ponta da língua para ir contornando os mamilos (sempre delicadamente) e depois vá lambendo as pontas, usando o máximo de sua língua para prolongar o prazer, deixando a camiseta molhada com sua saliva, aumentando o ritmo aos poucos.
Depois é só tirar a blusa com todo carinho e se esbaldar.
Uma coisa que poucos homens sabem, é que muitas vezes um seio é mais sensível que o outro, reagindo de maneira diferente aos carinhos. Descubra qual deles é o mais assanhado, mas nunca despreze o outro, coitadinho!
Pode ser até que você ache que isto é muito demorado, que o melhor é não perder tempo e ir logo metendo a boca! Pura perda de tempo, meu amigo! Agindo assim, com todo este egoísmo, nunca será bom de cama, pode apostar!

Veja diversos seios, mamilos. Pequenos, médios e fartos, mas todos muito gostosos.

F1 - Hamilton volta a vencer.

GP da Inglaterra.
L Hamilton, em casa, volta a vencer no GP da Inglaterra.
Rosberg tem problemas no câmbio e abandona a corrida
Massa logo na partida se choca com K Raikkonen e abandona em seguida.
veja as posições até a quarta posição.
Próxima corrida é na casa de Rosberg, Alemanha.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Desculpe, Dilma!

É.
A verdade é que não estávamos acreditando em nosso país. Enquanto ela dizia que faríamos a copa das copas,
Falávamos que tudo seria uma vergonha.
Repetimos como papagaio as manchetes de uma imprensa derrotista.
-Imagina a copa!
"A Dilma anuncia medidas modernizantes, tudo morre na praia, e a copa do mundo, vai revelar ao mundo, a nossa incompetência, incompetência, incompetência.
E nós imaginamos o caos.
Falamos, todos, que na copa, tudo seria um vexame, e o mundo, veria um Brasil caótico.
E ela teimando em dizer que teríamos a copa das copas.
Pois o mundo veio ao Brasil, o mundo amou o Brasil.
O mundo andou de metrô e gostou.
O mundo amou nossos aeroportos, vibrou com nossos estádios, nossas ruas.
O mundo abraçou nosso povo.
O mundo amou o Brasil.
O mundo, hoje sabe, que assim como em qualquer outro lugar do mundo, não somos perfeitos, mas somos um país que cresce com dignidade.
E foi nesse momento, quando o mundo todo se preparava para nos aplaudir, que fizemos o que fizemos.
Ei, Dilma, VTNC!
Ei, Dilma, VTNC!
Todo Planeta, olhando para o nossos país e nós gritamos o que gritamos.
Ofendemos Dilma, como quem ofende um bandido. Renegamos a voz de uma mulher, que simplesmente teimava em repetir: Acredite em nosso país, é um novo Brasil que iremos apresentar ao mundo.
Desculpe-nos Dilma, pelos que gritaram e pelos que se calaram.
Ofendemos com nossos gritos de ódio, o nosso próprio país;
Ofendemos com nosso silêncio, a figura da própria mulher, que ali, ao lado da filha, teve que ouvir o que ouviu, e continuar a torcer, sozinha por um pais, que não soube reconhecer o seu próprio tamanho.
Não foi justo com você, Dilma;
Não foi justo com o Brasil.
Desculpe-nos Dilma. Uma parte deste país, errou.
Obrigado por não guardar mágoas.
Obrigado por acreditar em nós,
Nós, acreditamos ainda mais, em você!
José de Abreu.

Escolha de Aloysio PQP como vice de Aécio mostra que tucanos jogaram a toalha.

Escolha de Aloysio PQP como vice de Aécio mostra que tucanos jogaram a toalha.


O Senador PQP explode em cima da imprensa.
Por O Terror do Nordeste.
Só o senador paulista Aloysio Nunes (PSDB) aceitou ser candidato a vice de Aécio e foi o escolhido. Ele não tem nada a perder em ser candidato agora, pois seu mandato no Senado é de 8 anos e vai até 2018. Então, mesmo que Aécio perca a eleição, ele continuará sendo senador.

Outros demotucanos preferiram disputar a vaga de deputado, senador ou governador onde vêem mais chances do que arriscar a perder como vice de Aécio e enterrar de vez a carreira política.

Isso significa que até os demotucanos estão dando como certa a derrota de Aécio para Dilma.

Chapa puro sangue não soma votos

Outra derrota política de Aécio foi não conseguir atrair nenhum grande partido, mesmo oferecendo a vaga de vice. Sobrou a tal chapa puro-sangue que, neste caso, significa fragilidade política e falta de opções. Em geral chapa com candidato e vice do mesmo partido não soma votos, além de não somar minutos na propaganda eleitoral.

Clube do bolinha

Aécio é o único candidato de partido grande que não deu espaço para mulheres na política. O PT faz história com Dilma, a primeira presidenta eleita e tudo indica que será a primeira reeleita também. Eduardo Campos, mesmo convivendo às turras, colocou Marina Silva como vice. Já a chapa tucana, continua vivendo no século XIX, onde mulher não tem vez.

Medo de ser abandonado em São Paulo

A escolha de um paulista também mostra o medo de Aécio ser abandonado à própria sorte em São Paulo por seu próprio partido. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) está mais interessado em sua reeleição do que na de Aécio nacionalmente. Tanto é que escolheu como candidato a vice-governador Márcio França, do PSB, partido de Eduardo Campos, adversário de Aécio.

Alckmin também parece não querer nacionalizar a eleição paulista. Além disso, Aécio sofre forte rejeição no íntimo do próprio tucanato paulista porque nas eleições de 2006 ele traiu Alckmin e em 2010 traiu Serra, fazendo corpo-mole em Minas pelas candidaturas presidenciais dos tucanos.

PQP

Deve ter pesado na escolha a forma como Aloysio Nunes trata a imprensa alternativa, que os aecistas gostam tanto de silenciar.