sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

ALIMENTOS A BASE DE SOJA FAZEM MAL À SAÚDE – 7 FATOS QUE COMPROVAM

ALIMENTOS A BASE DE SOJA FAZEM MAL À SAÚDE – 7 FATOS QUE COMPROVAM

POR GLAUBER SILVA.

Existe uma forte propaganda em relação aos supostos benefícios da soja para saúde, mas a verdade é que a soja está muito longe de ser um alimento recomendado para quem busca uma vida saudável e consequentemente um corpo em forma.

Acontece que a soja é um alimento inflamatório e contém anti-nutrientes que dificultam a absorção dos nutrientes que você precisa para ser saudável. Vamos entender essa história melhor!

Soja é um grão da família das leguminosas, assim como feijão, lentilha, ervilha, amendoins etc. Já sabemos que todos os grãos e leguminosas possuem anti-nutrientes, alguns em maior quantidade e outros em menor quantidade. Você também já sabe que esses anti-nutrientes não estão nem aí pra você.

Esses anti-nutrientes são responsáveis por impossibilitar a absorção dos minerais e nutrientes no seu organismo. Ou seja, enquanto você imagina que ao ingerir grãos está abastecendo seu organismo com bons alimentos, na verdade estes grãos estão lançando substâncias que impedem a absorção dos minerais e nutrientes que seriam bons para você.

Soja não tem nada de saudável!


Mas esse é só o começo dos problemas, além dos anti-nutrientes impedirem que você absorva os bons nutrientes, uma série de outros problemas podem ser observados.

A soja apesar de ter a fama de ser um alimento saudável, graças a publicidade mentirosa que a cerca, também não está livre das características inerentes aos grãos e leguminosas.

Vamos então falar sobre alguns fatos muito ruins e COMPROVADOS relacionados ao consumo constante de soja:

Fato 1: O Ácido Fítico Está Presente Na Soja

O ácido fítico, conhecido também como fitato é um anti-nutriente encontrado em diversos grãos e leguminosas, inclusive na soja.

Quando você passa a ingerir alimentos a base de soja constantemente, o ácido fítico faz com que você passe a ter dificuldades para absorver alguns nutrientes e minerais.

Com o tempo você passa a ter deficiência nesses nutrientes, que são os seguintes: cálcio (Ca), Magnésio (Mg), Ferro (Fe), Cromo (Cu) e Zinco (Zn). Além disso, a absorção proteica também é inibida, ou seja, muitas das proteínas que seriam absorvida, não são.

Fato 2: Soja Provoca Problemas Hormonais.

A soja provoca um afeito estrógeno, isso quer dizer que meninos que passam a consumir constantemente produtos a base de soja terão dificuldades na puberdade e durante o desenvolvimento dos órgãos sexuais. Pois estarão ingerindo em excesso o hormônio predominante feminino.

Em outras palavras, pode-se dizer que o consumo constante de soja em crianças prejudica o desenvolvimento natural e puberdade, promovendo a feminilização através da ingestão das altas doses de estrogênio encontradas em produtos a base de soja ditos “saudáveis”.

Fato 3: Soja Provoca Deficiência De Vitaminas Importantes.

Vitaminas importantes como a vitamina B12 e a vitamina D passam a ficar mais escassas devido ao constante consumo de alimentos a base de soja. Essas vitaminas são de extrema importância para o nosso organismo.

A vitamina B12 atua de forma fundamental na formação do sangue, previne problemas cardíacos e derrame cerebral. Além de ser importante para uma boa manutenção do sistema nervoso.

Já a vitamina D é constantemente citada como sendo importante para os ossos e prevenção de doenças como diabetes, câncer, Alzheimer e doenças cardiovasculares.

Olhando desse ponto de vista, não parece ser muito inteligente consumir um alimento que provoque a deficiência dessas vitaminas não é mesmo?

Fato 4: A Soja Favorece o Desenvolvimento De Hipotireoidismo.

Hipotireoidismo é uma doença caracterizada pela deficiência de hormônios produzidos pela glândula tireoide.

Essa condição além de provocar um aumento considerável no ganho de peso também provoca outros sintomas como lentidão muscular, diminuição da frequência cardíaca e inflamações por todo o corpo.

Resumidamente falando, ao se consumir soja constantemente uma deficiência em hormônios importantes (T3 e T4) produzidos pela glândula tireoide é desencadeada, o que favorece o desenvolvimento do hipotireoidismo.

Fato 5: A Soja é Um “Alimento” Altamente Tóxico.

A soja talvez não devesse nem ser considerada como alimento para nós, ela não é comum ao organismo humano e provoca diversas consequência e transformações corporais. Além de possuir anti-nutrientes que impossibilitar a absorção de diversos nutrientes a soja também contém altos níveis de alumínio e manganês.

Existem mais de 300 estudos comprovando a toxicidade da soja, você pode consultar os estudos no site http://www.westonaprice.org/. Este site é um dos maiores sites de nutrição do mundo e conta com milhares de estudos e colaboração de diversos profissionais de saúde e nutrição atualizados e engajados.

Fato 6: A Proteína Da Soja é Incompleta.

De forma resumida, podemos dizer que proteínas são formadas por aminoácidos, nosso corpo já produz certos aminoácidos, mas precisa buscar outra parte destes aminoácidos nos alimentos que possuem proteínas de qualidade como: carnes no geral, peixes e frutos do mar no geral, ovos de galinha, codorna etc. Apesar de possuir proteínas, a soja não é recomendada como boa fontes de proteína pelo simples fato de não ter alto valor biológico, sendo assim não supre as necessidades de aminoácidos necessários para o nosso corpo.

Proteínas de qualidade e que suprem nossas necessidades são resumidamente as encontradas em fonte animal!

Fato 7: A Soja Comercializada é Extremamente Modificada Geneticamente.

A indústria visa lucros e busca sempre formas de produzir mais por menos. Seguindo essa linha de pensamento, diversas modificações genéticas são realizadas. Alterações no DNA da soja são constantemente realizadas a fim de se obter plantas mais resistentes nas lavouras.

A soja transgênica é praticamente um X-Man, após tantas modificações o que era ruim se tornou ainda pior.

Genes foram incluídos para que a planta seja capaz de sobreviver e destruir possíveis pragas e ameaças na lavoura. O que reflete também na destruição do nosso organismo. Um “alimento” perigoso e cancerígeno.

Bônus: Existe Uma Forma Saudável De Consumir Soja?

Na culinária oriental é muito comum o consumo de soja, mas o consumo por lá é realizado a partir da soja fermentada. Um alimento que é muito comum por lá se chama Tofu, é um tipo de queijo produzido a partir do leite de soja.

Mas isso não quer dizer que seja saudável consumir a soja desse jeito, mas é menos pior, tendo em vista que diversos estudos apontam que durante o processo de fermentação boa parte dos anti-nutrientes tem seus níveis reduzidos.

Conclusão

Pense duas vezes antes de consumir os produtos “saudáveis” derivados da soja. Só porque tem uma modelo bonita e feliz da vida no comercial de TV falando que para ser saudável é preciso tomar leite de soja, não quer dizer que seja verdade.

A indústria movimenta muito dinheiro e investe pesado para ter retorno sobre seus investimentos, enquanto não existe regulamentação para proibir esse tipo de propaganda (igual existe para o cigarro), a indústria continuará investindo pesado para te convencer de que soja é um alimento saudável.

Mas a literatura e os estudos científicos estão aí disponíveis para comprovar que o consumo contante de soja é extremamente prejudicial a saúde geral e também pode influenciar no ganho de peso. Portanto, fiquem atentos!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

LEITE - O veneno mortal Robert Cohen

Argus Publishing, Englewood Cliffs, NJ, EUA, ilk the Deadly Poison

A promoção do leite se deve à indústria de laticínios. Entretanto, provas científicas mostram que o leite é perigoso para a saúde. Os riscos são agravados pela introdução de hormônios como o rBST e a epidemia da "vaca louca". www.notmilk.com

Leite - Um alimento não muito perfeito

Muitos dos medicamentos que encontramos nas prateleiras das farmácias - comprimidos para dor de cabeça, descongestionantes, antihistamínicos, laxantes - se destinam a combater reações adversas que ignoramos serem causadas pelo consumo de leite e lacticínios. As explicações estão no livro "Milk - The Deadly Poison" (Leite - o veneno mortal) de Robert Cohen. Mais informações você encontra no site de Robert Cohen www.notmilk.com

De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, quase 40% da alimentação do norte-americano comum consiste de leite e lacticínios! Somando leite, queijo, manteiga e outros lacticínios, o norte-americano comum está ingerindo diariamente a mesma quantidade de colesterol contida em 53 fatias de bacon. Em um ano, isso equivale a 19.345 fatias de bacon e, ao longo de 52 anos, ao colesterol contido em um milhão de fatias de bacon!

O Dr. Spock, o maior pediatra dos Estados Unidos, considerava a caseína como principal causa de mucosidade, congestão e dores de ouvido na infância.

Câncer? Há estudos que a indústria de laticínios se recusa a divulgar - provas mantidas em segredo, mais importantes do que aquelas que a indústria de cigarros acabou revelando. Milhares de substâncias causam câncer, mas um hormônio que você produz naturalmente é fator-chave no desenvolvimento do câncer humano, principalmente do câncer de mama.

* O leite contribui para doenças do coração.
* O leite é fonte insignificante de cálcio.
* Um hormônio do leite é fator-chave em todo câncer humano.
* O leite reduz a eficácia dos antibióticos.
* A pasteurização não funciona.
* O consumo de leite tem ligação com bronquite e asma.
* Uma proteína do leite causa diabete.

A indústria de laticínios gasta centenas de milhões de dólares para convencer os consumidores. Um aditivo do leite causou câncer em animais de laboratório e a FDA, o órgão que controla os medicamentos e os alimentos nos EUA, não revela a pesquisa que prova o fato.

Não beba teu leite!

O hábito de consumir leite de vaca está relacionado com a falta de ferro em crianças. Uma boa parte da população mundial é vítima de câimbras, diarréias e também de múltiplas formas de alergias. Há forte possibilidade de que seja um fator determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.

Em muitos lugares do mundo e especialmente na Ásia, África, América do Sul e Europa, há pessoas que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos.

Em 1965 a Escola de Medicina de John Hopkins levou um estudo que descobriu que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra, não toleravam o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível mundial e atualmente sabemos que essas porcentagens são muito maiores.

Normalmente o ser humano perde a atividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos.
A natureza não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame.

Quando convertemos o leite em iogurte, muito da lactose é convertida em glicose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo é curado, muito da lactose se converte em açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite.

Os problemas gastrointestinais podem ser sintomas da intolerância a lactose.

Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do leite, os intestinos sangram e vertem entre um e cinco milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes e só se pode detectar a alteração, mediante análises clínicas químicas. Estima-se que a metade dos casos de crianças com déficit de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastrointestinal derivado do consumo de leite de vaca.

Outra séria complicação que resulta do consumo de leite de vaca é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e quatorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade é um nível baixo de proteínas no sangue.
Eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaços de mãos e pés. Algumas crianças podem inclusive, desenvolver nefrose crônica, o que pode levar à morte.

Normalmente, estas crianças são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma porcentagem destas crianças não respondeu a esse tipo de tratamento. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No principio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para surpresa, descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta, a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente.

Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca às crianças, e num período de três dias, as crianças começavam a perder novamente os níveis de proteínas no sangue.

Um cardiologista estudou, em certa ocasião, os corações de mais de 1500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo: Não morreram de enfermidades.

Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os fatores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outras não, foi comprovado que o único fator que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno tinha as artérias em condições normais, por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentadas com leite de vaca durante a sua infância. É, portanto razoável, concluir que o leite materno e o leite de vaca foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças.

Existem evidencias que apóiam a convicção de que as crianças que se administram leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não utilizam. Na década de trinta, houve outro estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago. Este estudo levou a cabo quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. A todas as crianças, foi dado suco de laranja a partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Acrescentou-se também a dieta de cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.
Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas à base de leite materno foi de 1.5/1000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas à base de leite de vaca se situou em 84.7/1000, durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastrointestinais foi 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior.
Estudos anteriores a este em diferentes cidades americanas mostravam resultados similares. As crianças alimentadas à base de leite de vaca tinham 20 vezes mais probabilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os que não consumiam.
Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio do que se bebesse leite de vaca. O problema é que o leite de vaca contém muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio.

O leite de vaca, por mais sadio que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas.

A União de consumidores de EEUU. encontrou num estudo que, de 25 amostras analisadas, só 4 não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham resíduos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, à medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiência no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos podem produzir câncer.

A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas, sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, esta forma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é o hormônio progesterona, que se converte em androgênios e que foi implicada como um fator que provoca acne, pelos no corpo etc...

Diarréia, câimbras, sangue gastrintestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose e acne são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo de leite de vaca. Alem destas enfermidades, acredita-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a esclerose múltipla, a artrite reumática e as cáries dentárias.

Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção à vaca”. Ela cita uma experiência, na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos, com leite de vaca não pasteurizado. Dois, dos seis chimpanzés, desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas mesmas.

É irônico saber que muitas mães dão à seus filhos leite, pensando que fortalecem os dentes, quando o que ele provoca é uma destruição nos mesmos. Este dado que foi pesquisado pelo odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvânia numa de suas investigações.

Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu mestrado na Universidade de Pensilvânia.

Levou a cabo seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvânia e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.

Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da escola de Medicina na Universidade de Pensilvânia. Mais Tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do Departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.

Em 1985 se encarregou do Departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de John Hopkins.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

O mito do leite e derivados. Por que estamos sendo enganados?

O Dr Lair Ribeiro desmistifica os benefícios do leite.
O Homem é o único animal que toma leite de outros animais. O PH do leite materno é igual a 9, enquanto que o PH do leite da vaca é igual a 1. O ideal para ser o alimento ser consumido é que o PH seja maior que 7.

https://www.youtube.com/watch?v=8dEOeWVgEjA#t=1556

Conclusão: Se você quer ter saúde, NÃO TOME LEITE!